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Pesquisa realizada na Austrália mostra que melancolia alimenta cautela.

Um estudo realizado na Austrália indica que pessoas mal-humoradas tendem a lidar melhor com situações difíceis do que aquelas que vivem mais felizes.

A pesquisa da Universidade de Nova Gales do Sul, e publicada na revista especializada “Australasian Science Magazine”, mostra ainda que os mal-humorados são menos ingênuos e melhores em tomar decisões.

“Enquanto a alegria fomenta a criatividade, a flexibilidade e a cooperação, a melancolia alimenta a atenção e o pensamento cauteloso”, disse à revista o psicólogo Joe Forgas, chefe da equipe que realizou o estudo.

Segundo ele, isso ocorre porque o cérebro das pessoas mal-humoradas promove “estratégias de processamento de informações”.

Tarefas

Na pesquisa, o psicólogo pediu para que voluntários assistissem a diferentes filmes e refletissem sobre acontecimentos positivos e negativos de suas vidas, em uma tentativa de colocá-los de bom ou de mau humor.

Em seguida, os voluntários tinham de realizar uma série de tarefas, como julgar a veracidade de algumas histórias e relatar eventos a que assistiram.

Os que estavam mal-humorados obtiveram melhores resultados que os bem-humorados, ao errar menos e se comunicar melhor.

“Até mesmo um humor moderadamente negativo pode promover um estilo de comunicação mais concreto, acomodativo e mais bem-sucedido”, disse o cientista.

Fontes: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1364518-5603,00-MALHUMORADOS+LIDAM+MELHOR+COM+DIFICULDADES+DIZ+ESTUDO.html

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O mercado de trabalho tornou-se um foco de doenças como depressão e estresse. A tendência já se reflete em forte aumento no número de brasileiros afastados pelo INSS por esse tipo de problema de saúde, informa reportagem de Érica Fraga e Venscelau Borlina Filho publicada na Folha desta sexta-feira.

A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

As concessões de auxílio-doença acidentário –que têm relação com o trabalho– para casos de transtornos mentais e comportamentais cresceram 19,6% no primeiro semestre de 2011 em relação ao mesmo período do ano passado.

Esse aumento foi quatro vezes o da expansão no número total de novos afastamentos autorizados pelo INSS.

Nenhum outro grupo de doença provocou crescimento tão forte na quantidade de benefícios de auxílio-doença concedidos entre janeiro e junho deste ano.

“Há ondas de doenças de trabalho. A onda atual é a da saúde mental”, diz Thiago Pavin, psicólogo do Fleury.

Mudanças adotadas pelo Ministério da Previdência Social em 2007 facilitaram o diagnóstico de doenças causadas pelo ambiente de trabalho. Isso levou a um forte aumento nas concessões de benefícios acidentários para todos os tipos de doença em 2007 e 2008.

Os afastamentos provocados por casos de transtornos mentais e comportamentais, por exemplo, saltaram de apenas 612 em 2006 para 12.818 em 2008. Mas, depois desse ajuste inicial, tinham subido apenas 5% em 2009 e recuado 10% em 2010.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1011732-afastamentos-por-doencas-mentais-disparam-no-pais.shtml

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Pessoas mais experientes são capazes de ‘desligar’ áreas cerebrais. Técnica também pode contribuir para parar de fumar e lidar com o câncer.

Pessoas que têm experiência em meditação parecem ser capazes de “desligar” áreas do cérebro associadas a devaneios, transtornos psiquiátricos (como esquizofrenia) e autismo, segundo um novo estudo de imagens cerebrais feito por pesquisadores da Universidade Yale, nos EUA. O trabalho foi publicado esta semana na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

A capacidade da meditação em ajudar indivíduos a manter o foco no presente tem sido associada a maiores níveis de felicidade, destacou o principal autor da pesquisa e professor assistente de psiquiatria em Yale, Judson A. Brewer.

Entender como funciona a meditação pode ajudar na investigação de uma série de doenças, afirmou Brewer. “Essa prática tem se mostrado capaz de amenizar vários problemas de saúde, ao contribuir para que pessoas parem de fumar, lidem melhor com o câncer e até mesmo evitem a psoríase”, enumerou o cientista.

A equipe de Yale realizou exames de ressonância magnética funcional em pessoas experientes e novatas na meditação, enquanto elas praticavam três diferentes técnicas de esvaziar a mente dos pensamentos.

Os pesquisadores descobriram que meditadores experientes tiveram uma redução da atividade em áreas cerebrais da chamada rede neural de modo padrão, que tem sido associada a lapsos de atenção e distúrbios como ansiedade, deficit de atenção e hiperatividade, e até acúmulo de placas senis na doença de Alzheimer.

A queda da atividade nessa rede, que engloba a parte medial do córtex cingulado pré-frontal e posterior, foi percebida nos participantes mais experientes, independentemente do tipo de meditação que faziam.

Os exames de imagem também mostraram que, quando a rede neural era ativada, regiões cerebrais associadas ao automonitoramento e ao controle cognitivo foram acionadas nos meditadores de longa data, mas não nos novatos. Isso pode indicar que os primeiros estão constantemente acompanhando e suprimindo o surgimento de divagações e pensamentos sobre si mesmos. Em formas patológicas, esses estados são associados a doenças como autismo e esquizofrenia.

Os participantes mais experientes fizeram isso durante a meditação e também quando estavam descansando. Isso indica que eles desenvolveram um modo padrão “novo”, em que há uma maior consciência no presente e menos foco no “eu”, ressaltam os pesquisadores.

“A capacidade da meditação em ajudar as pessoas a permanecer no presente tem sido parte de práticas filosóficas e contemplativas há milhares de anos”, disse Brewer. “Por outro lado, as marcas de muitas doenças mentais são uma preocupação com os próprios pensamentos, condição que a meditação parece atingir. Isso nos dá algumas pistas de como os mecanismos neurais podem atuar clinicamente”, conclui o autor.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/11/meditacao-ajuda-proteger-o-cerebro-de-doencas-psiquiatricas-diz-estudo.html

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A medicina não considera as diferentes orientações sexuais como doença. Essa é uma conquista que vem dos anos 90. O debate, agora, avança sobre a questão da transsexualidade.

A Justiça se adianta e já reconhece o direito a um novo nome e à mudança de gênero em muitos casos. E, para os brasileiros e brasileiras do mesmo sexo, permite a união estável e também a partilha de bens e heranças. Mas o preconceito, a violência e o abuso ainda marcam a vida de muitos cidadãos.

O programa conversou com especialistas e pessoas que passaram pela batalha de aceitar a si mesmo e serem aceitos pelas famílias. Segundo a psicóloga Ana Ferri, “O papel do psicólogo é o de ajudar o indivíduo a viver a sua sexualidade de maneira mais plena, e não tentar curá-lo, porque a homossexualidade e a bissexualidade não são doenças”. Ela continua: “A homossexualidade não tem a ver com a maneira com que a pessoa foi educada. Os pais não têm influência sobre isso”.

Fonte: http://g1.globo.com/globo-news/noticia/2011/11/preconceito-sobre-orientacao-sexual-ainda-existe-na-sociedade.html

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Características de personalidade podem passar por transformações ao longo da vida. Então, afirmamos que sua timidez pode ser alterada pelas experiências que você viver ou pelo auxílio de profissionais especializados – como psicólogos.

 Não consideramos que haja um “casamento ideal” entre tais características e uma determinada profissão. Há diversas formas de expressar nossos interesses e nossas características. E não há uma única forma de construir uma carreira em determinada área. Por exemplo: há (bons) atores extremamente tímidos e biblioterácios bastante expansivos e comunicativos, o que contraria as impressões compartilhadas socialmente sobre tais “perfis profissionais”. O importante é encontrarmos nosso jeito de exercitar uma profissão.

Se a timidez incomoda muito ou interfere negativamente em sua vida, busque resolver a questão sem procurar simplesmente adaptar-se ao que seria mais “confortável” no momento. De toda forma, considere um número muito maior de variáveis para fazer sua escolha. Para isso, pesquise as dezenas de respostas já publicadas nesta seção, nelas apontamos muitas destas variáveis.

Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/orientacao-vocacional/consulte-orientador/qual-melhor-profissao-pessoas-timidas-519085.shtml

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