You are currently browsing the monthly archive for abril 2013.

Em seis anos, proporção de pessoas que bebem toda semana subiu 20%.
Índice dos que dirigem após beber caiu 21% entre 2006 e 2012, diz Unifesp.

AA029657 Um estudo publicado nesta quarta-feira (10) em São Paulo mostra que o consumo frequente de álcool tem se tornado cada vez mais comum entre os brasileiros. Segundo a pesquisa, a proporção de pessoas que bebem ao menos uma vez por semana – os chamados “bebedores frequentes” – aumentou 20% ao longo dos seis anos.

“Houve um aumento do consumo entre os que bebem. Você tem mais de um milhão de pontos de venda [de bebida alcoólica], as pessoas são estimuladas a consumir”, disse Ronaldo Laranjeira, professor de psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e um dos autores da pesquisa.

Os dados são do Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad). Foram analisadas as respostas dadas por 4.607 pessoas de 149 municípios de todos os estados do país, na pesquisa de 2012. Com isso, foi possível fazer uma comparação com a primeira edição do Lenad, que avaliou dados de 3.007 voluntários, entrevistados em 2006.

Apesar do aumento na frequência de ingestão de álcool entre os que bebem, a quantidade de pessoas que dizem beber mudou pouco no período. O índice de abstinência, ou seja, de pessoas que não consomem álcool, subiu de 48%, em 2006, para 52%, em 2012, diferença que os pesquisadores da Unifesp consideraram insignificante.

Bebendo com mais frequência
Em 2006, 45% dos adultos entrevistados no Lenad diziam consumir bebidas alcoólicas uma vez por semana ou mais, o que configura um “bebedor frequente”. Em 2012, o número saltou para 54%, o que significa um aumento proporcional de 20% em seis anos, segundo o Lenad.

140343298

O crescimento foi maior entre as mulheres: 29% das entrevistadas admitiam beber uma vez por semana ou mais, em 2006, contra 39% em 2012, uma elevação proporcional de 34,5%. Já entre os homens, o índice dos que admitiam beber uma vez ou mais por semana passou de 56% em 2006 para 64% em 2012, crescimento de 14,2% proporcionalmente, de acordo com o estudo.

Beber e dirigir
As políticas de Lei Seca no trânsito têm dado resultado, indicam os dados do Lenad. Em seis anos, houve uma queda proporcional de 21% entre os que admitem ingerir bebida alcoólica e dirigir – eram 27,5% dos entrevistados em 2006 e agora são 21,6%.

A queda foi mais acentuada entre os homens (19%, entre 2006 e 2012), mas eles seguem como maioria entre os que infringem a lei. Em 2012, 27,3% dos entrevistados afirmaram ter dirigido depois de beber, contra 7,1% das entrevistadas.

Região ‘campeã’
O Nordeste foi a região com redução mais acentuada na ingestão de bebida ao volante. Houve queda proporcional de 43% entre os que admitiam dirigir após beber. Em 2006, 39% dos entrevistados na região diziam infringir a Lei Seca, contra 22% dos indivíduos em 2012.

Já no Sudeste, segunda região com maior queda proporcional, a redução foi de 25% no mesmo intervalo de tempo. Em 2006, 24% dos entrevistados na região diziam dirigir após beber, contra 18% dos entrevistados em 2012.

Para Laranjeira, a única medida com fiscalização efetiva contra o consumo de álcool é a Lei Seca. “O mercado do álcool permanece intocado. Precisa mexer nas políticas [públicas]”, ponderou.

Beber muito e rápido
Um dos tipos mais preocupantes para o médico, o chamado “beber em binge” ou beber muitas doses rapidamente – que acontece nos “esquentas” para festas, por exemplo, de acordo com os pesquisadores – cresceu 31,1% proporcionalmente, em seis anos. Em 2006, 45% da população de bebedores admitiam ter este comportamento, índice que passou para 59% em 2012.

O aumento novamente foi maior entre as mulheres – 36% das que diziam ingerir álcool tinham esta  prática nociva de beber em 2006, contra 49% na última medição do Lenad, em 2012. Proporcionalmente, a elevação foi de 36%, segundo a Unifesp. “É o abuso que acontece em festas, por exemplo”, definiu Laranjeira.

108314627Álcool e violência
Segundo o Lenad, quase um terço (27%) dos homens com menos de 30 anos que bebem já se envolveram em brigas com agressão. O número é alto em comparação com os indivíduos na mesma faixa etária que não ingerem álcool – só 6% estiveram em brigas, em 2012.

A posse de arma de fogo e o ato de andar armado também sobem quando a análise inclui homens com menos de 30 anos que bebem, informa o estudo. Entre os indivíduos que não ingerem álcool, só 5% admitiram usar arma. Já entre os que têm menos de 30 anos e bebem, 10,3% andam armados.

De acordo com os pesquisadores, em 50% dos casos de violência doméstica (3,4 milhões de pessoas) registrados em 2012 houve ingestão de álcool por parte do agressor, o que sugere uma relação entre a agressão em casa e a bebida.

“Estamos despreparados para atender pessoas que querem parar de beber”, ressaltou Laranjeira, referindo-se às políticas públicas do Brasil. “A gente combate a violência doméstica, mas o álcool como origem destes casos, não.”

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/04/consumo-de-alcool-entre-brasileiros-se-torna-mais-frequente-diz-estudo.html

Consultório
Rua Martiniano de Carvalho, 864 – Cj 907
Bela Vista
Próx. ao Metrô Vergueiro (200m.) e Shop. Paulista (200m.)
São Paulo
Fones: (11) 3481-0197 / (11) 97546-6799
E-mail: psicoclinicas@yahoo.com.br
Site: http://sites.google.com/site/psicoclinicas/

bum005É uma síndrome muito percebida em profissões em que o contato interpessoal é fundamental para a execução do trabalho, pode ser considerada como uma das consequências do estresse profissional.

Profissões como médicos, professores, carcereiros, assistentes sociais, psicólogos, comerciantes, enfermeiros, telemarketing, bombeiros, etc. Sabe-se também que há uma extensão a todos os profissionais que interagem com pessoas e que cuidam ou solucionam problemas dos outros seguindo técnicas e métodos extremamente rígidos e exigentes, assim como, aqueles que têm seu trabalho submetido a constantes avaliações pela instituição.

Outros fatores também podem estar associados ao surgimento do Burnout, como a pouca autonomia no desempenho profissional, relacionamento difícil com líderes, colegas de trabalho ou clientes; quando também o profissional tem dificuldade em lidar com conflitos entre trabalho e vida familiar, assim como, sentir falta de qualificação e falta de cooperação da equipe com quem trabalha.

Isso tudo demonstra que esta síndrome está muito associada a transtornos de ansiedade e depressão, se tornando importante a partir do momento em que começa a afetar a vida da pessoa comprometendo seu desempenho e eficiência tanto na vida pessoal quanto profissional, e trazendo uma desarmonia nos relacionamentos interpessoais, sejam sociais ou familiares.

A característica principal da Síndrome de Burnout é o estado de tensão emocional constante e estresse crônico resultantes da condição de trabalho que desgastam a pessoa física, emocional e psicologicamente.

158095015

O profissional percebe-se com uma sensação de esgotamento físico e emocional que influencia suas atitudes negativamente com comportamentos de insensibilidade e cinismo com as outras pessoas, começa então a faltar no trabalho, torna-se mais agressivo e se isola de tudo e todos, chegando a desenvolver comportamentos e pensamentos paranoides com amigos, colegas de trabalho, companheiro, etc. Manifesta então alternâncias de humor bruscas, irritabilidade, dificuldade de concentração, falhas de memória, muita ansiedade, depressão e baixa autoestima.

Fisicamente, os sintomas se manifestam com dores de cabeça, enxaquecas, cansaço, sudorese, taquicardia, pressão alta, dores musculares, dificuldades no sono, asma, alergias, gastrites, úlceras, etc.

O diagnóstico é feito através do histórico de vida da pessoa, sua satisfação profissional, sua realização pessoal no trabalho, assim como um levantamento histórico da pessoa.

O tratamento é baseado no uso de antidepressivos e psicoterapia, como auxiliar a tudo isso, atividades físicas e de relaxamento contribuem para a manutenção do relaxamento.

Consultório
Rua Martiniano de Carvalho, 864 – Cj 907
Bela Vista
Próx. ao Metrô Vergueiro (200m.) e Shop. Paulista (200m.)
São Paulo
Fones: (11) 3481-0197 / (11) 97546-6799
E-mail: psicoclinicas@yahoo.com.br
Site: http://sites.google.com/site/psicoclinicas/

121979171A Vigorexia é um distúrbio caracterizado pelo excesso de atividade física decorrente de uma autoimagem distorcida, caracterizando-o como um subtipo do Transtorno Dismórfico Corporal (TDC).

Assim como a Anorexia Nervosa, a Vigorexia também se caracteriza por uma imagem distorcida do próprio corpo, ou seja, são transtornos semelhantes em suas características principais. O anoréxico, apesar de magro em demasia, continua se enxergando obeso enquanto que o vigoréxico, mesmo cheio de músculos, continua olhando no espelho e se vendo muito magro e franzino. Ambos, efeitos da baixa autoestima e da desvalorização de si mesmo.

Esta autoimagem distorcida, faz com que o portador de Vigorexia vá em busca do corpo perfeito, partindo então para uma busca pelo corpo ideal, aquele que é valorizado pela sociedade contemporânea, levando-o a prática desenfreada de atividades físicas.

Com isso, a rotina do portador deste distúrbio começa a se deteriorar e se voltar totalmente para essa busca, sua alimentação se torna restrita a proteínas, consumo de suplementos alimentares sem seguir a orientação de um especialista e partindo também para o uso de esteroides e anabolizantes, ficando então horas e mais horas na academia e sempre aumentando as cargas dos exercícios.

A Síndrome de Adônis como também pode ser chamada ou Overtraining representa a busca por um ideal físico inatingível não por condições físicas, mas, porque existe a autoimagem distorcida e com isso, a pessoa acaba desenvolvendo um quadro de depressão e também, transtornos de ansiedade.

154769278Podemos então observar os seguintes sintomas:

– Ritmo cardíaco acelerado mesmo em repouso;

– Maior susceptibilidade a infecções;

– Maior incidência de lesões;

– Fadiga persistente;

– Dores musculares persistentes;

– Queda no desempenho sexual;

– Maior irritabilidade;

– Depressão;

– Ansiedade;

– Desinteresse por atividades que não tenham ligação com a atividade física;

– Perda de apetite.

Como consequência dessa busca e do foco praticamente integral aos exercícios, a pessoa se afasta dos amigos, parentes e colegas de trabalho, ela passa a não se interessar por qualquer pessoa ou situação que possa interferir em seu objetivo, isolando-se socialmente.

O tratamento é feito através de psicoterapia para o reconhecimento real do corpo trabalhando a autoestima e a percepção real de si mesmo, identificando o comportamento distorcido e recuperando a autoconfiança; também precisa do acompanhamento médico e o tratamento medicamentoso para controle da depressão e ansiedade, como sintomas obsessivo-compulsivos; assim como de um nutricionista e um educador físico, pois os treinos não precisam ser abandonados, mas sim, acompanhados por especialistas da área.

Podemos também deixar claro alguns comportamentos observados em portadores da vigorexia que frequentemente demonstram sentimento de inferioridade e insatisfação com a aparência, mesmo sendo elogiado pela sua forma física, acarretando muita vergonha, fazendo com que esconda seu corpo com roupas muito largas e acaba se isolando socialmente, trocando qualquer oportunidade social por exercícios físicos.

Fonte: https://sites.google.com/site/psicoclinicas/home/transtorno-dismorfico-corporal/vigorexia

Consultório
Rua Martiniano de Carvalho, 864 – Cj 907
Bela Vista
Próx. ao Metrô Vergueiro (200m.) e Shop. Paulista (200m.)
São Paulo
Fones: (11) 3481-0197 / (11) 97546-6799
E-mail: psicoclinicas@yahoo.com.br
Site: http://sites.google.com/site/psicoclinicas/

 

O Transtorno Dismórfico Corporal ou também conhecida como Dismorfofobia é um transtorno psicológico caracterizado pela preocupação obsessiva com algum defeito mínimo ou inexistente na aparência física.

98966727A síndrome é caracterizada por uma obsessão a beleza física perfeita que se converte em autênticas doenças emocionais, acompanhadas de muita ansiedade, depressão, fobias e atitudes obsessivas e compulsivas.

Sua causa é bastante discutível e os sintomas podem se confundir com uma  vaidade em excesso como o uso exagerado de cosméticos para disfarçar imperfeições, cuidados exagerados com o cabelo, dietas inconsequentes, em alguns casos desenvolvendo outros distúrbios como a bulimia, anorexia e vigorexia. Segundo relatos de pacientes, a insatisfação com o próprio corpo acaba gerando um profundo sentimento de vergonha ao ser observado por si mesmo ou por outras pessoas, pois, se julga muito feio ou deformado.

A baixa autoestima pode ser uma das causas, assim como uma infância deficiente de atenção e cuidados, a carência de aprovação podem também levar a uma autocrítica destrutiva, sentimentos de abandono e até mesmo causas orgânicas que são agravadas pela exibição em massa de ideais físicos padronizados pelo imaginário humano e pela mídia.

Atualmente, a forma mais frequente de dismorfofobia é a relação do indivíduo com o peso corporal, pessoas com peso adequado a sua altura e faixa etária consideram-se acima do peso, submetendo-se a regimes de fome, uso de medicamentos, vômitos forçados ou exercícios físicos em excesso. Porém, outras formas também são encontradas em forma de valorização excessiva de cicatrizes e marcas mínimas com a sensação de que está deformada e que a lesão é vista por todos e que atrapalha a sua vida evitando sair de casa ou abusando de correções. Porém, a maioria dos casos de TDC focaliza a face, geralmente creditam foco principal ao nariz, boca, olhos e cabelos. Em homens, há também a incidência de TDC relacionado ao tamanho do pênis.

Outro comportamento consequente ao distúrbio é a procura inconsequente por tratamentos estéticos como cirurgias plásticas e tratamentos de rejuvenescimento, assim como atitudes estranhas como evitar situações naturais para prevenir um suposto envelhecimento precoce ou fraturas que dificilmente acontecerão naquela situação.

160427388

Os portadores de TDC também sofrem consequências emocionais, com essa insatisfação e a baixa autoestima, acabam desenvolvendo outros transtornos como a depressão, transtornos de ansiedade, além de isolamento social o que é, na maioria das vezes, confundido com timidez.

Nesta patologia, a opinião do paciente a respeito de sua própria aparência é totalmente diferente da opinião geral do meio em que vive. O paciente não enxerga, não percebe que ele é absolutamente normal e insiste em sua ideação de inadequação física.

Embora muitas pessoas apresentem uma maior ou menor preocupação com sua aparência, o diagnóstico de Dismorfia é detectado quando há um sofrimento significativo e uma obsessão com alguma parte do corpo que o impeça de viver normalmente.

O tratamento é difícil por consequência desta característica de não aceitar ser portador deste diagnóstico e creditar suas dificuldades e ideações a vaidade, classificando o cuidado com o corpo como algo saudável e positivo. Porém, este distúrbio significa exatamente o contrário, pois é um sofrimento constante em busca de um ideal físico que não existe e nunca irá perceber como realmente é o seu corpo.

A psicoterapia é o tratamento certo e em muitos casos, um acompanhamento medicamentoso se faz necessário para o suporte das emoções e dos sentimentos depressivos que acompanham o quadro.

Resumindo, o TDC é um transtorno que se caracteriza por uma excessiva preocupação com um defeito físico real ou imaginário que, associado ao comportamento de verificar várias vezes o problema, acabam gerando uma grande ansiedade e angústia e fazem a pessoa evitar situações e atitudes em que se sentirá exposto, assim como a necessidade urgente de corrigir o “defeito”.

Fonte: https://sites.google.com/site/psicoclinicas/home/transtorno-dismorfico-corporal

Consultório
Rua Martiniano de Carvalho, 864 – Cj 907
Bela Vista
Próx. ao Metrô Vergueiro (200m.) e Shop. Paulista (200m.)
São Paulo
Fones: (11) 3481-0197 / (11) 97546-6799
E-mail: psicoclinicas@yahoo.com.br
Site: http://sites.google.com/site/psicoclinicas/

sexo-relacionamento-desejo-amor-casal-cama-1364499522291_615x300Se a academia, o supermercado e reuniões de trabalho sempre têm um lugarzinho na agenda, por que não aproveitar e incluir o sexo na lista dos afazeres do dia? Segundo especialistas, a primeira causa da falta de apetite sexual é não pensar em sexo; não tê-lo como uma das prioridades da vida. “É preciso saber usar o sexo pelo sexo –e não para obter favores, manter um relacionamento que vai mal, impor poder ou se sentir amado”, afirma o psicólogo Oswaldo Rodrigues Jr., diretor e psicoterapeuta do Inpasex (Instituto Paulista de Sexualidade).

“O desejo tem de ser cultivado ao longo do dia”, segundo Carolina Ambrogini, ginecologista, sexóloga e coordenadora do Projeto Afrodite da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). O cansaço cotidiano pelo excesso de compromissos deixa as pessoas fadigadas, sem energia e sem tempo para estímulos sexuais.
Quanto menos planejar e fazer sexo, menos espaço ele terá, porque mais as pessoas buscarão satisfazer outras necessidades e prazeres, como trabalhar, estudar, ganhar dinheiro, viajar, jogar, malhar, comer, conversar, ir a festas, beber com amigos. Só que o dia tem apenas 24 horas, e o sexo faz bem.
A dica, para quem ainda não perdeu seu apetite por completo, é cuidar da saúde (hormonal, principalmente), gostar de sexo (ou descobrir um jeito de gostar), buscar soluções quando há baixa autoestima, dificuldades no relacionamento e falta de prazer –conversando com o parceiro ou fazendo terapia.”Invista na intimidade, aprendendo a concentrar energias no prazer que o sexo pode dar”, diz a psicóloga e diretora de publicações da Sbrash (Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana), Ana Canosa.  “Quando estamos mais perto da natureza e temos mais tempo para relaxar, o corpo e a mente ficam menos tensos, o que é bom para o desejo”.

Inimigos da libido

O hipotiroidismo, o uso constante de substâncias como antidepressivos, inibidores de apetite ou mesmo o alcoolismo e o tabagismo afetam o apetite sexual. “Se a disfunção é hormonal, podemos prescrever testosterona para os homens; já no caso das mulheres, não há medicação aprovada por órgãos de regulação, nem no Brasil, nem nos EUA”, explica a especialista da Unifesp.
Ler contos e assistir a filmes eróticos, escutar música romântica, reservar um tempo para jantar são passatempos que instigam a criatividade e não permitem que a passagem dos anos, o desgaste do relacionamento, a perda da paixão e do encanto e a mesmice do sexo tomem conta da vida a dois.

Se um não quer, dois não fazem

Quando um dos membros do casal tem o desejo, mas o outro não, o melhor é buscar ajuda, se a intenção é salvar o relacionamento. Dependendo da origem do problema, pode ser tratado por um médico, terapeuta ou os dois.
O Projeto Afrodite, da Unifesp, apesar de estudar principalmente a sexualidade feminina, também ajuda os homens –com psicólogos, seções de fisioterapia e consultas médicas.
“Pedimos exames que nos dão uma visão global do paciente; investigamos sua vida desde a educação recebida, seus traumas, tabus, preconceitos, dosagens hormonais, doenças crônicas que possam interferir na sexualidade e causas sociais mais profundas, como pessoas que foram, um dia, vítimas de estupro”, enumera a ginecologista e sexóloga. As causas da falta de apetite sexual são muitas e variadas.
Para Oswaldo Rodrigues Jr., o melhor tratamento para quem já perdeu o apetite sexual é o autoconhecimento. “Em nossa cultura, ser homem ainda implica necessitar de mais sexo”. Essa cobrança é um bom exemplo de como motivos psicossociais interferem no desejo.
Assim, quem está sem fome de sexo e precisa se autoconhecer deve, antes, buscar saber que regras sociais ou valores culturais impõem padrões ao seu comportamento sexual, e em até que ponto tais regras castram seus desejos mais íntimos e verdadeiros. Isso apontará para as fantasias que podem ser vividas com mais frequência.

Questione-se e mude os hábitos

É preciso olhar para dentro de si mesmo e fazer muitas perguntas: como me relaciono com meu par? Como é o meu dia? Tenho tempo ou me dou um tempo para planejar o sexo? Que características individuais ou disfunções físicas, hábitos e vícios poderiam estar interferindo em meu apetite sexual? Há espaço para fantasias em meu dia a dia? Essas são questões essenciais.

A busca de uma alimentação mais equilibrada e atividade física também fazem diferença, além de reorganizar a agenda e deixar rolar: “Se foi bom, você pensará nisso no dia seguinte e sentirá vontade de repetir”, afirma Carolina Ambrogini.

Fontehttp://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2013/03/29/identifique-e-combata-as-principais-causas-da-falta-de-desejo-sexual.htm

Consultório
Rua Martiniano de Carvalho, 864 – Cj 907
Bela Vista
Próx. ao Metrô Vergueiro (200m.) e Shop. Paulista (200m.)
São Paulo
Fones: (11) 3481-0197 / (11) 97546-6799
E-mail: psicoclinicas@yahoo.com.br
Site: http://sites.google.com/site/psicoclinicas/