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Alex, 14, um dos garotos intimidados por colegas que teve sua história contada no filme, em Sloux City, Iowa 

A campanha antibullying nos EUA ganhou mais força nas últimas semanas com a estreia de um documentário elogiado pela crítica, mas cercado de polêmicas após receber uma classificação etária rigorosa.

Além disso, o filme foi acusado de omitir problemas de saúde de um garoto suicida e de criar uma suposta epidemia de bullying no país.

“Bully”, do diretor Lee Hirsch (sem previsão de estreia no Brasil), segue a vida de cinco adolescentes americanos em cidades do interior que sofrem abusos de colegas. Há o desajeitado sem amigos que apanha nos intervalos, a lésbica que se veste de menino e a garota que leva uma arma para se defender e acaba presa.

Devido ao uso de palavrões, a obra foi classificada imprópria para menores de 17 anos. Após uma campanha sem sucesso para revisar a idade, que contou com apoio de celebridades como Ellen DeGeneres, Meryl Streep, Martha Stewart, Demi Lovato, Johnny Depp e Michael Jordan, “Bully” acabou sendo lançado sem classificação. Alguns cinemas se negam a exibir filmes dessa maneira.

Os problemas do documentário, no entanto, não pararam por aí. Um artigo da revista eletrônica “Slate” acusou o diretor de omitir que Tyler Long, um garoto que se mata supostamente por causa de bullying, sofria de uma desordem bipolar. Outro personagem também comete suicídio e seus pais são filmados durante o luto.

“Eu me preocupo seriamente com o efeito contágio […]Uma das mensagens do filme é ‘bullying mata’, como se isso fosse normal”, disse Ann Haas, do projeto Fundação Americana de Prevenção ao Suicídio, à “Slate”.

Segundo ela, jovens que são intimidados poderiam se voltar ao filme e se sentir atraídos pela ideia, já que Tyler é retratado de forma romântica e incompleta.

EPIDEMIA

“Bully” faz parte de uma ampla campanha social segundo a qual 13 milhões de jovens sofrerão abusos nas escolas americanas ainda neste ano. Com o assunto de volta ao noticiário, há quem suspeite que a chamada “epidemia de bullying” seja antes uma crise de pânico de uma sociedade superprotetora do que uma ameaça real.

“Apesar de casos raros e trágicos que precisam de nossa atenção, os dados mostram que, na verdade, as coisas estão melhorando para os jovens”, escreveu no “Wall Street Journal” Nick Gillespie, editor-chefe do site da revista “Reason”.

Ele cita números do Centro Nacional de Estatísticas Educacionais, incluindo um sobre o declínio de 12% para 4% dos estudantes que afirmaram ter medo de serem atacados na escola entre 1995 e 2009, ano mais recente da pesquisa. Em outro relatório, 28% dos entrevistados disseram ter sido vítimas de bullying em 2009, contra 32% em 2007.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1077512-documentario-antibullying-e-acusado-de-exagerar-o-problema.shtml

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Análise de mais de 200 estudos revelou que risco de doença do tipo seria 50% menor entre pessoas otimistas.

Pessoas felizes e otimistas enfrentam menos risco de sofrer doenças cardíacas e derrames, segundo uma pesquisa da Harvard School of Public Health.

A pesquisa foi produzida a partir de mais de 200 estudos e divulgada na publicação especializada Psychological Bulletin.

Cientistas acreditam que um senso de bem-estar pode reduzir fatores de risco que induzem a doenças cardíacas, como alta pressão sanguínea e colesterol elevado.

Fatores como estresse e depressão já tinham sido relacionados a doenças cardíacas.

Os pesquisadores do Harvard School of Public Health analisaram estudos médicos variados que traziam registros sobre bem estar psicológico e boa saúde cardiovascular.

O cruzamento de dados revelou que fatores como otimismo, satisfação com a vida e felicidade pareceram estar associados a uma redução no risco de doenças cardíacas e circulatórias, independentemente da idade e status sócio-econômico de uma pessoa, de seu peso e se ela é ou não fumante.

O risco de doença, mostrou o estudo, é 50% menor entre pessoas otimistas, mas a pesquisadora-sênior do Harvard School of Public Health, Julia Boehm, afirma que a pesquisa apenas sugere uma ligação e não representa uma prova de que fatores ligados ao bem estar possam atuar para prevenir doenças cardíacas.

Hábitos saudáveis

 Não apenas é difícil medir de forma objetiva o bem estar, como outros fatores que ameaçam a saúde, como colesterol e diabetes, pesam mais quando se trata de reduzir o risco de doenças.

Os participantes da pesquisa que se mostraram mais otimistas também seguiam hábitos mais saudáveis, como se exercitar mais e seguir uma dieta balanceada, fatores que podem exercer influência na prevenção de doenças.

A maior parte de estudos anteriores sobre humor e doenças cardíacas se centrou em fatores como estresse e ansiedade, mas não em felicidade e otimismo.

Maureen Talbot, enfermeira cardíaca sênior do principal instituto britânico especializado em doenças do coração, a British Heart Foundation, disse: “A associação entre doenças cardíacas e saúde mental é muito complexa e ainda não totalmente compreendida”.

“Embora este estudo não tenha olhado para os efeitos do estresse, ele confirma o que já sabíamos, que o bem-estar psicológico compõe uma parte importante de se ter um estilo de vida saudável, assim como permanecer ativo e manter uma alimentação saudável.”

“Ele também destaca a necessidade de que profissionais de saúde ofereçam uma abordagem completa do cuidado médico ao paciente, levando em conta seu estado de saúde mental e o monitoramento dos efeitos desse estado mental sobre a saúde física da pessoa”, acrescentou.

”Ainda que este estudo não tenha analisado os efeitos do estresse, ele confirma o que sabíamos, que o bem estar psicológico é uma parte importante de se ter um estilo de vida saudável, assim como se manter ativo e comer de forma saudável. Ele também salienta a necessidade de que profissionais da área de saúde forneçam um tratamento holístico em relação à saúde de uma pessoa, levando em conta a saúde mental do paciente e monitorando os seus efeitos sobre sua saúde’, afirmou Talbot. BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,felicidade-e-otimismo-reduzem-risco-de-doencas-cardiacas-diz-estudo,862542,0.htm

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Todos nós temos uma ideia sobre o parceiro com o qual gostaríamos de dividir nossas vidas, aquele ou aquela que poderia nos fazer felizes. Mas há pessoas que perseguem um modelo idealizado para estabelecer compromisso afetivo em vez de prestar atenção nas possibilidades oferecidas. Tanta exigência pode ser apenas uma desculpa para não expor certos medos.

“Sempre desconfio quando alguém me diz que é muito exigente na escolha de um parceiro amoroso e que, por isso, tem dificuldade de se ligar a alguém. Por trás desse discurso pode haver o medo de se envolver afetivamente, de se comprometer socialmente assumindo uma relação e ainda o de não ser bom o suficiente para o outro. Ou seja, nesse caso melhor nem tentar, pois sabe que não vai conseguir”, diz o psicólogo Ailton Amélio, autor do livro “Relacionamento Amoroso” (Publiflolha).

Para Ana Canosa, psicóloga e terapeuta sexual, a superficialidade e valorização excessiva da imagem na sociedade atual também ajudam para que as pessoas não percam muito tempo tentando conhecer melhor os possíveis pretendentes. “Por conta da intolerância e impaciência, pode-se descartar uma pessoa apenas por estar um pouco acima do peso ou não se encontrar em seu melhor momento profissional. Muitos acabam considerando apenas os aspectos mais superficiais e ligados à imagem”, diz Ana Canosa, que acrescenta: “As pessoas estão mais autônomas, independentes. Em níveis saudáveis, essas posturas significam mais segurança e autoestima. Em excesso, podem fazer com que as pessoas pensem que são autossuficientes e se bastam.”

A ideia de que não há tempo a perder é outro aspecto que tem influenciado as pessoas quando se trata de avaliar a possibilidade de um relacionamento amoroso ir adiante, de acordo com a psicóloga Olga Tessari, autora do livro “Dirija Sua Vida Sem Medo”. “Dá trabalho lidar e se adaptar àquelas características que são consideradas defeitos no outro. Fica mais fácil encerrar logo um relacionamento ou nem mesmo começar e já partir para outra possibilidade”, afirma Olga.

Acrescente-se a isso, ainda, as redes sociais que dão a seus membros a ideia de que estão conectados a um grande grupo de pessoas interessantes e muitas vezes disponíveis. Para Ana Canosa, “é a falsa ilusão de que se tem muita gente ao redor e, por isso, sempre vai haver alguém que pode ser mais legal. Isso também contribui para esse momento de superficialidade que estamos vivendo.”

É importante questionar-se sobre o parceiro real
Não é um problema termos um ideal de pessoa com quem gostaríamos de nos relacionar romanticamente. Aliás, há uma hierarquia de requisitos que todos temos, mesmo que inconscientemente. “Levamos em conta mais de cem atributos para escolher um amor. Entre eles estão idade, nível de escolaridade, beleza, honestidade, saúde. Alguns são essenciais e outros secundários, mas todo mundo tem essa lista”, revela o psicólogo Ailton Amélio. Mas existe um critério de perfeição, outro que é o real e o mínimo. “Na maioria das vezes, percebo que as pessoas acabam sendo realistas”, diz Ailton.

Na busca por um parceiro, é importante que primeiro as pessoas se questionem sobre o que realmente querem de uma relação. “Ao procurar alguém para estabelecer compromisso, há coisas que perdem a importância, como as questões meramente estéticas. Mas claro que precisa ter química”, diz Ana Canosa, para quem é necessário examinar nossos pontos desfavoráveis. “Só tenho direito de fazer críticas se perceber que, como todo mundo, tenho minhas dificuldades também. Se não sei quem sou, também não sei de que preciso e nem tenho condições de olhar para o outro de maneira inteira e honesta”, afirma ela.

Os especialistas são unânimes em dizer que não existe o par perfeito. “A pessoa ideal não é a que não tem defeitos, mas aquela cujo defeito não incomoda tanto o outro e vice-versa. É alguém com quem eu possa ter um relacionamento legal, que é parecido comigo em muitas características e por quem eu sinto uma atração romântica e sexual -senão isso vira amizade”, explica Ailton.

Para os que têm sido muito exigentes com possíveis candidatos, é interessante agir com mais calma e benevolência na hora de avaliar alguém. “Precisamos ser mais tolerantes quando conhecemos as pessoas e menos egocêntricos. Ninguém é obrigado a ficar com alguém por necessidade, mas, sim, porque é legal compartilhar a vida com alguém especial de alguma forma“, diz Ana.

Para Olga Tessari, precisamos aprender a questionar se somos capazes de lidar com os defeitos do outro sem sofrimento e administrar suas supostas imperfeições, aceitando a pessoa como ela é. Para quem ficar em dúvida sobre estabelecer ou não um compromisso, Ana dá uma dica: “ouça a intuição, aquela voz interior que diz sim, não, cuidado e vai. Ela é uma espécie de memória meio enevoada das histórias que você já viveu anteriormente e pode ajudar muito nessas escolhas.”

Fonte: http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2012/04/05/busca-incansavel-pelo-par-perfeito-esconde-inseguranca-e-medo-de-se-envolver.htm

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A mensagem é dura e clara. Chega até nós das mais diversas formas: propagandas, novelas, anúncios em revistas, filmes… Você tem de ser bem-sucedido, senão não é ninguém e sua vida não vale a pena. E por ser bem-sucedido entende-se não somente ter um emprego com boa remuneração, ambiente harmonioso, perspectivas e que traga satisfação pessoal. É preciso ser o melhor da área, fazer todos os cursos disponíveis, conquistar uma promoção atrás da outra (ainda jovem, de preferência) e ganhar muito dinheiro, para adquirir tudo aquilo que indica que alguém chegou lá: um amplo apartamento, um automóvel de luxo e uma família digna de comercial de margarina para exibir no porta-retratos.

O problema é que, de acordo com especialistas em comportamento humano, as pessoas vêm se perdendo no meio do caminho. “A busca pelo sucesso faz com que o profissional se descuide de valores importantes, como ética, profissionalismo, educação, respeito e até o talento natural”, diz a coach Giselle Safatle Faiad.

Segundo a psicóloga Sâmia Simurro, vice-presidente de projetos da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (organização sem fins lucrativos), muitos são os fatores que podem contribuir para a perseguição do sucesso a qualquer preço. “Temos presenciado uma sociedade cada vez mais competitiva, com valores e éticas sociais e familiares enfraquecidos e um consumismo próximo do descontrole. Essas e outras circunstâncias levam a uma grande questão, que é a enorme necessidade de ter coisas, poder e reconhecimento. As pessoas acreditam que assim poderão suprir a insaciável necessidade da vaidade humana”, explica.

Para a coach Giselle Faiad, o ser humano, em geral, deseja a qualquer preço uma maneira de suprir suas carências e situações que não consegue administrar no decorrer da vida. “A busca desenfreada pelo sucesso nada mais é do que uma fuga”, diz. E as pessoas se esquecem que ele pode ser passageiro e que o retorno à rotina normal pode gerar uma incômoda e dolorosa sensação de vazio. Alguns, no entanto, sabem muito bem administrar a situação e não se transformam em reféns das próprias conquistas.

A psicóloga Heloisa Schauff afirma que muita gente associa, equivocadamente, o conceito de felicidade ao sucesso profissional. Isso costuma acontecer por que os louros da carreira geram visibilidade e  proporcionam uma sensação de prestígio e poder, o que infla o ego. Mas o papel profissional é apenas um dos diversos papéis que exercemos na vida. “Há, também, o aumento do poder de compra e o consumismo é uma bandeira na sociedade atual. Ter um alto padrão de vida tornou-se sinônimo de felicidade para muitos”, diz a especialista.

A psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da Isma Brasil, filial da International Stress Management Association, instituição voltada à pesquisa e ao desenvolvimento da prevenção e do tratamento do estresse no mundo, lembra que pior do que a pressão externa, da sociedade, é a cobrança interna –aquela que a pessoa impõe a si mesma. “No desejo de alcançar as metas que estabeleceu, a pessoa vive ansiosa, angustiada e com sentimentos de culpa. Sempre acha que poderia fazer melhor e nunca consegue relaxar”, afirma Ana Maria.

Equilíbrio essencial
Não precisamos ter o corpo perfeito, mas devemos nos cuidar bem para ficarmos sempre saudável e nos apresentar bem. O corpo perfeito, vale destacar, não garante o par ideal. Assim como ter dinheiro não garante a felicidade de ninguém, mas viver na miséria sem dinheiro algum torna nossa vida muito difícil. “Um carrão não vem junto com respeito, lealdade e amigos verdadeiros; o sucesso na carreira não vem junto com a felicidade, assim como constituir uma família não garante o viver bem. Tudo vai depender de suas expectativas na vida e essa receita para viver plenamente não existe”, explica a especialista.

A psicóloga Heloisa Schauff acha que as pessoas confundem o significado real desses fatores todos. “Muitos deles são tidos como importantes e fundamentais, pela sociedade consumista que impera hoje. A propaganda vende a felicidade e o sucesso através do ter e isso é absorvido com todas as distorções que estão implícitas”, afirma. Seguindo essa lógica, é preciso exibir curvas perfeitas para despertar o interesse de alguém e a identidade das pessoas se baseia totalmente no desenho do corpo, não na sua essência. “Só com um corpo perfeito a pessoa consegue se sentir poderosa e atraente. Caso contrário, se recebe um elogio, não acredita ou no mínimo fica surpresa. E não estar com o corpo dentro dos padrões impostos é motivo de infelicidade. Paralisada por essa infelicidade, ela deixa de ir em busca de seus objetivos”, explica a psicóloga.

Quando as pessoas investem seu tempo, energia e atenção em um único item da vida, os outros ficarão desequilibrados. Tudo o que foi conquistado sequer é desfrutado. Para mudar esses parâmetros, a psicóloga Ana Maria Rossi aconselha estabelecer prioridades e procurar não enfatizar somente o sucesso profissional como sinônimo de alguém bem-sucedido. “Começar a se sentir valorizado e aceito por outros meios que não só os bens materiais também é um exercício de autoconhecimento que pode ter resultados positivos, assim como investir nas relações afetivas”, afirma.

Fonte: http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2012/03/30/pressao-para-ser-bem-sucedido-pode-destruir-seus-planos-de-felicidade.htm

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