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Uma das maiores dificuldades do ser humano na atualidade é a comunicação que vem sendo bombardeada com os mais diversos tipos de instrumentos, criados em um primeiro momento, para facilitar e agilizar as trocas de informações e desde então estamos cercados por diferentes formas de comunicação, porém, muitas delas podem se tornar inimigos da clara compreensão da “fala”.

Vários são os instrumentos, existem as redes sociais como Twitter, Facebook, Orkut, etc, enquanto também temos o celular e suas mensagens SMS, Messenger, SKYPE entre muitos outros.

Todos eles foram criados para facilitar e ampliar a comunicação entre pessoas, é a chamada rede social, podemos através deles manter contato com quem está distante tanto em questão de espaço como de tempo. Podemos conversar com amigos de infância, com pessoas que estão do outro lado do planeta e muitas vezes também utilizamos estes artifícios para conversar com o colega na mesa ao lado.

Porém, apesar destes instrumentos algumas vezes funcionarem, quando não usados adequadamente, como facilitadores das falhas na comunicação, estas, acontecem por outros motivos.

Em muitos casos, encontramos relacionamentos estremecidos, tarefas mal ou não executadas por questão de falhas na comunicação, um comentário mal interpretado por exemplo, pode acarretar desconforto e desavença entre pessoas, seja em uma relação pessoal ou profissional, e aí, podemos dizer que os instrumentos modernos que serviriam para facilitar nossa comunicação podem influenciar ainda mais nesse mal entendido, pois, quando nos comunicamos através deles, estamos excluindo as expressões faciais, o contato e a linguagem corporal que servem como conteúdo para interpretação daquilo que falamos verbalmente e além disso, aprofundar ainda mais nossa dificuldade de comunicação, pois, não vivenciamos o treino do convívio social.

As pessoas precisam aprender a conhecer minimamente o outro, isso mantém um bom relacionamento de comunicação, pois, desta forma se consegue levar em consideração a maneira como cada um percebe o mundo, porque todas as informações são processadas e interpretadas sob a influência de suas crenças e de outros componentes aprendidos durante a vida e também na convivência com as pessoas.

Muitas vezes, ao recebermos aquilo que outra pessoa nos passa, por causa de nossos preconceitos, acabamos interpretando de forma diferente daquilo que realmente é, se alguém cometeu um erro uma vez, a probabilidade dela ser julgada negativamente é grande (intolerância ao erro), assim como se alguém é sempre assertivo, a probabilidade de ser julgada para melhor também acontecerá antes mesmo de se concluir aquela situação.

Nesta busca por uma boa comunicação, compreender as atitudes das pessoas é algo muito importante, e para isso, precisamos analisar a situação e o momento em que elas estão inseridas. A empatia também é necessária para a busca de soluções para comunicação.

Podemos dizer então que existem 3 princípios universais do comportamento humano e as atitudes a eles relacionadas que podem nos ajudar a compreender as atitudes e a forma de pensar das pessoas.

MENTAL: Raciocínio; Objetividade; Antevisão; Visão Global; Estrutura e valores.

EMOCIONAL: Sentimento; Subjetividade; Relacionamento; Comunicação; Organização e Imaginação Criativa.

FÍSICO: Realização; Execução; Concretização; Experiência Sensorial; Praticidade e Experiência Sistêmica.

Segundo Seagal e Horne

Alguns recursos podem ser utilizados para se evitar as fragilidades na comunicação, uma delas é o uso da redundância, onde nenhuma nova informação é acrescentada, somente a repetição de frases ou conteúdos importantes para a percepção e compreensão de quem recebe a informação.

E também o feedback que é um conjunto de sinais que permitem ao outro reconhecer o resultado da mensagem. Pode-se fazer perguntas e verificar as respostas para ver se a informação foi totalmente compreendida ou não.

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Acima de R$ 130 mil anuais, dinheiro não faz mais diferença. Pesquisa usou como base 1.000 residentes nos Estados Unidos.

Uma pesquisa conduzida pela Organização Gallup, nos Estados Unidos, revelou que o dinheiro pode garantir, em parte, a satisfação das pessoas, sem ser suficiente, no entanto, para garantir a felicidade. Segundo os especialistas, uma renda anual equivalente a R$ 130 mil pode, pelo menos, assegurar que as expectativas das pessoas sejam atendidas.

A pesquisa dividiu a sensação de bem-estar em duas categorias: satisfação emocional e a avaliação da vida. A primeira diz respeito às experiências individuais das pessoas, nas quais ocorrem irritação, alegria, raiva, tristeza. Já a segunda divisão do estudo lida com aquilo que as pessoas pensam sobre a vida, o que elas esperam.

Para as duas categorias, os pesquisadores tentaram descobrir se o dinheiro é capaz de garantir a felicidade. Após conseguirem 450 mil respostas de 1.000 residentes nos Estados Unidos, os estudiosos chegaram à conclusão de que a estabilidade financeira possui mais reflexos na avaliação da vida por parte dos entrevistados.

Os resultados do trabalho foram publicados na revista norte-americana Proceedings of the National Academy of Sciences, na edição de 7 de setembro de 2010.

Segundo os pesquisadores, questões como renda familiar e educação são mais referentes às expectativas das pessoas sobre o futuro do que aspectos mais imediatos do bem-estar como solidão, saúde e atenção, voltados à satisfação emocional.

Porém, o estudo também alerta que rendas baixas podem exacerbar a “dor emocional” de problemas como divórcios e doenças. A conclusão final dos especialistas é que o dinheiro compra satisfação, mas não felicidade, mesmo que pouco dinheiro esteja ligado com expectativas baixas. por parte das pessoas, sobre a vida e sobre o bem-estar.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/09/dinheiro-compra-satisfacao-mas-nao-felicidade-diz-estudo.html

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São Paulo – O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da USP, inicia na próxima segunda-feira, 22, um trabalho com contadores de histórias para adultos com câncer em tratamento. O programa tem como objetivo tornar mais amena a permanência dos que vão à instituição para passar por procedimentos rotineiros, reduzindo a ansiedade e os receios de quem está em um ambiente hospitalar.

No último mês, período em que o hospital realizou projeto piloto da ação, 200 pacientes participaram da atividade. No caso dos pacientes internados, as histórias selecionadas possuem temáticas diferentes e são escolhidas conforme as necessidades de cada pessoa. Este processo de triagem é feito pela área de psicologia, que utiliza o serviço como ferramenta para abordagem de assuntos com os quais os pacientes se sentem pouco à vontade.

Os profissionais que desenvolvem as atividades passam por uma capacitação específica. As sessões se iniciam ao som de um tambor, que soa um tom semelhante às batidas do coração. Em seguida, a narrativa escolhida é contada ao paciente e ao acompanhante. Depois da intervenção, o que se nota é uma abertura maior das pessoas para expor conflitos internos.

Nas salas de espera da radioterapia e nos ambulatórios, o processo é similar. As histórias são contadas para um grupo de cerca de 10 pessoas. Os atendimentos são realizados diariamente e duram 40 minutos.

Fonte:http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/estado/2011/08/19/contadores-de-historia-auxiliam-tratamento-de-adultos-com-cancer-em-sp.jhtm

 Foto: http://ciadoscontadores.blogspot.com/

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