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ciume

O ciúme, uma mistura de várias emoções, é um sentimento universal, ou seja, muito comum na convivência com outras pessoas. É um afeto natural do ser humano, assim como a raiva, a felicidade, a inveja, a compaixão, entre outros.

O ciúme surge frente a um rival real ou imaginário, quando se sente ameaçado por outro alguém. É a reação que tenta eliminar os riscos de perda do amado “objeto”. Nesta situação, a diferença entre imaginação, fantasia, crença e certeza se torna muito vaga e difícil.

A patologia se torna existente a partir do momento em que o ciúme não se baseia mais em fatos reais e específicos e sim em preocupações infundadas.

O ciúme para alguns, não tem ligação direta com a infidelidade, muito mais importante é o medo da perda do outro, do afeto e também do espaço ocupado na vida deste, exatamente por isso que existe o ciúme de objetos com valor afetivo muito forte, no entanto, neste texto trataremos sobre o ciúme do ser humano para com outro ser humano.

Quando alguém é corrompido pelo ciúme, suas dúvidas são supervalorizadas, surgindo então a necessidade em averiguar suas idéias. Geralmente, o ciumento, ouve telefonemas, analisa as ligações feitas e recebidas através do celular e também o recebimento e envio de mensagens de texto, verifica se a pessoa está ou não no lugar e com quem disse que estaria, começa a abrir correspondência ou emails, examina bolsas, roupas, carteiras, recibos, tenta controlar os horários do companheiro (a), chegando, em muitos momentos, a sentir vergonha de suas atitudes, sentimento este, não suficiente para controlar seus impulsos. Em muitos casos, existe até a contratação de detetives para uma perseguição pessoal.

Diante de uma situação de ciúme natural, existe uma ligação entre auto-estima baixa, acarretando a insegurança e como resultado, o ciúme. Já o portador do Ciúme Patológico vive também com uma auto-estima rebaixada, mas, apresenta um modo distorcido de viver o amor, e como resultado, experimenta emoções como a raiva, a ansiedade, tristeza, vergonha, sensação de humilhação, insegurança, culpa, aumento do desejo sexual e em alguns casos, desejo de vingança.

Os portadores do Ciúme Patológico apresentam potencial para atitudes violentas, são extremamente sensíveis, vulneráveis e desconfiados, apresentam uma auto-estima muito baixa e comportamentos impulsivos.

Em alguns pacientes, pode-se verificar uma forte relação do Ciúme Patológico com quadros depressivos, ansiedade exacerbada e crises de obsessão; por isso muitas vezes é confundido ou é caracterizado por outros quadros clínicos como Transtorno Obsessivo Compulsivo ou Transtornos Delirantes.

O ciúme patológico é tratado através, muitas vezes, de antidepressivos que aliviam a necessidade de verificação das dúvidas e angústias, diminuindo então a sensação de desconforto e culpa, e, em conjunto com a psicoterapia que auxiliará no desenvolvimento da auto-estima e a quebra das estruturas imaginárias do pensamento doentio.

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bipolar

Naturalmente, ao longo da vida, experimentamos sentimentos como o medo, a coragem e ousadia, energia, desânimo, alegria, tristeza, apatia, interesse ou desinteresse em muitos momentos e nas mais diversas intensidades.

É saudável quando nos sentimos felizes e animados diante do nascimento de um filho, de uma conquista profissional, assim como é comum ficarmos tristes com a morte de alguém querido, o rompimento de um namoro ou casamento. O estado natural de humor deve variar de acordo com a necessidade afetiva de cada situação, no entanto, quando estas respostas emocionais estão desproporcionais ou inadequadas a situação vivida e juntamente, são oscilantes no humor e alterações afetivas, passa-se a não ser mais algo “normal”. Há a possibilidade então de se identificar aí o TAB.

Ou seja, um portador do transtorno bipolar está sujeito a variações de episódios de extrema alegria, euforia e humor excessivamente elevado, assim como episódios de humor muito baixo e desespero. É comum também entre um episódio e outro a existência de um período de “normalidade”.

O Transtorno Afetivo Bipolar (TAB), antes conhecido como Psicose Maníaco Depressiva (PMD) e também conhecido como Transtorno Bipolar de Humor (TBH) é uma doença relacionada diretamente ao afeto e humor. É um quadro crônico e se caracteriza por episódios repetidos de depressão e euforia.

COMO IDENTIFICAR O HUMOR

Euforia (mania)

O bipolar dificilmente percebe quando está hiper agitado e se recusa a perceber e, muitas vezes, gosta deste estado. Resiste então ao tratamento medicamentoso e abusa de drogas, álcool, perde o seu controle financeiro, age impulsivamente e vive um otimismo exagerado.

Em períodos de euforia, o indivíduo torna-se agitado, dorme pouco, fala muito ou tem muitos pensamentos e idéias ao mesmo tempo. Há alteração na libido, ou seja, o aumento do desejo sexual.

Socialmente, perde o bom senso crítico e, muitas vezes, passa por situações vexatórias por perder a inibição social.

Depressão

Nesta fase, o portador de TAB se torna abatido, triste e quieto; apresenta-se muito cansado, com muito sono, reclama de tarefas simples e cotidianas como tomar banho, trocar de roupa ou escovar os dentes; se sente inferior a todos, ou seja, baixa auto-estima.

O apetite se altera, pode aumentar assim como diminuir, dependendo de cada pessoa, quedas de imunidade são comuns, ou seja, adoecimentos constantes, dores de cabeça e pelo corpo.

É comum a queda da libido o que pode acarretar o afastamento de seu companheiro (a), assim como ocorre um isolamento social, afastando-se de amigos e família.

Emocionalmente pode se sentir muito culpado por erros anteriores, assim como fracassos tanto profissionais e pessoais, irritabilidade, lamentos e auto-recriminação. Os pensamentos suicidas também são comuns nesta fase exatamente por se sentir mal com sua vida e não ter forças para mudar.

A conseqüência maior da depressão é a possibilidade do suicídio.

TRATAMENTO

O tratamento é feito através de acompanhamento psicoterápico e medicamentoso. São geralmente utilizados antidepressivos e o carbonato de lítio, com dosagens controladas e rigorosamente analisadas e prescritas pelo médico psiquiatra.

Para controlar as crises é necessário:

– o apoio de um psicólogo assim como de um médico;

– o uso da medicação prescrita conforme recomendação médica;

– a interrupção do uso de remédios pode desencadear crises mais fortes de depressão e euforia;

– restrição ao consumo de álcool e uma adaptação de vida como estabelecer horários regulares, assim como horas suficientes para o sono, atividade física saudável e alimentação equilibrada.

Fonte: https://sites.google.com/site/psicoclinicas/home/transtorno-afetivo-bipolar

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Médicos afirmam que é mais fácil para os jovens largar o cigarro

Uma boa notícia para os pais preocupados com os filhos que começaram a fumar. Os médicos afirmam que, para os jovens, é mais fácil deixar o vício e ensinam como agir.

Elas só estão perto porque o cigarro está longe. A mãe nunca fuma ao lado da filha. “Tira o tempo para eu ficar com ela. O tempo que eu poderia ficar mais com ela, eu vou lá pra fora fumar dois, três cigarros”, conta a geógrafa Maria Giralde.

Esse é só um dos motivos que levam Maria a querer parar de fumar. Ela se preocupa principalmente em virar um mau exemplo para Clara. “Eu gostaria que eu mesma parasse e fosse como o cigarro não tivesse nunca existido na nossa casa”.

Para resolver esses dramas que envolvem pais, filhos e cigarro, o Hospital do Câncer, em São Paulo, recomenda terapia. Após analisar vários estudos sobre fumantes, os médicos concluíram que os papéis da mãe e do pai são fundamentais para manter o filho longe do vício e como fazer isso corretamente, eles passaram a ensinar de graça.

Primeiro, cada um conta o seu problema. A aposentada Antônia do Monte tem cinco filhos, quatro são fumantes como ela. “Tem que arrumar um meio de eu parar e todos eles também”.

A psiquiatra Célia Costa tenta saber mais detalhes da vida familiar. “Seu filho fuma dentro de casa?”. E depois aconselha: os pais têm que dar o exemplo e parar de fumar. Precisam mostrar claramente que são contra o cigarro, incentivar alimentação saudável e prática de esportes e não desanimar ao ver os filhos dar as primeiras tragadas.

“É muito simples de a gente fazer com que pare, porque a dependência química não se instalou ainda, a psicológica ainda está distante, o condicionamento em relação ao cigarro não existe. Então é muito fácil de fazer com que pare”, ensina Célia.

 Fonte: http://jornalnacional.globo.com/Jornalismo/JN/0,,AA1641631-3586,00.html

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fogos11

 

 

 

 

 

O tempo é marcado pelas marcas que nos deixa. Marcas na alma, que nos fazem mais maduros na busca de soluções que nos façam espelhar, pelos olhos, mais amor e compreensão; marcas no coração, que nos fazem aquecer o afeto e destinar nossos melhores desejos a todos que amamos, estejam longe ou perto, pois para o coração não existem distâncias físicas ou temporais, mas simplesmente o momento presente com todo o tempo passado a ele somado; marcas deixadas pelas injustiças, incompreensões e mágoas que voluntária ou involuntariamente despejaram sobre nossos ombros e nos tiraram um pouco do colorido de nossas lembranças, mas jamais terão forças para apagar as marcas de carinho, gratidão e amor que poderão recuperar o colorido temporariamente perdido; marcas físicas deixadas sobre nosso corpo e no seu interior, pois o tempo nos leva a juventude e com elas um pouco das forças recuperadoras de nossas células, de nossos hormônios e de nossas naturais resistências orgânicas.

Cada detalhe de nosso espírito, cada detalhe de nosso corpo e cada detalhe de nossa mente, responde pela forma como cuidamos de cada um deles. Nenhuma destas partes tem vida isolada, pois é na conexão harmônica entre o espírito, o corpo e a mente que encontraremos o equilíbrio necessário para enfrentar com firmeza, determinação e sabedoria as marcas deixadas pelo tempo.

Nós avançamos sobre o tempo, não é o tempo que avança sobre nós. A nossa realidade é o permanente instante em que desfrutamos do tempo que temos e será tanto melhor quanto mais conhecermos os meandros deste tempo e de suas marcas, sem lamentações, mas também sem resignação; sem medo, mas com respeito pelos sinais; sem receios quanto à necessidade de mudanças de comportamento para melhor enfrentar os novos tempos destas permanentes realidades.

Mas o tempo não poderá ser contado exclusivamente para nossa individual existência, pois damos continuidade a nossa história através de nossa descendência, assim como somos a continuidade genética de nossos pais, também passamos nossa genética aos nossos filhos, com todas as nuanças necessárias para fazer melhor e mais e, assim, imortalizar por tempo indefinido o pensamento, o trabalho realizado e a obra, independentemente da dimensão, de cada um de nós.

A mudança de ano, portanto, é apenas uma forma simbólica de dizermos que o tempo avança e que sempre haverá tempo para mudanças, para estabelecimento de novos parâmetros e para reorganização das idéias. Será sempre o tempo de se dizer obrigado, de se demonstrar gratidão pelo tempo passado e pelas coisas que, boas ou ruins, deixaram necessárias marcas para que se possa fazer correções na trajetória de vida e se ampliar os horizontes de amizade e amor, muitas vezes perdido, mas nunca irrecuperável.

A cada segundo mudamos de ano. É oportuno, então, dizermos que permanentemente podemos dizer que ano-novo é vida nova e desejar a todos, todos os dias do ano, um Feliz Ano-novo.

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