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A incrível arte de se relacionar, como é difícil aprendê-la e ao mesmo tempo como é instigante a nossa busca pela relação ideal. Não falo somente dos relacionamentos amorosos, mas também, das relações familiares, profissionais, sociais e de amizade.

As relações familiares são os primórios da vida de qualquer ser humano, é o início de tudo, é nessa relação que vamos aprender o significado de palavras simples como confiança, amor, carinho, atenção, e outras mais. Sua duração é para toda a vida e isso faz com que seja uma das relações mais naturais da vida, no entanto, essa natureza não garante que o relacionamento seja agradável ou saudável e na maioria das vezes acumulam-se conflitos, pois, as transformações da infância até a idade adulta, passando pela adolescência faz com que todos os envolvidos tenham que se adaptar a essas mudanças, os filhos se adaptando as diferentes situações da vida e os pais que da criação superprotetora da infância, devem com o passar do tempo permitir que os filhos experimentes as alegrias e tristezas da vida, deixando de protegê-los excessivamente, deixndo a criança preparada para uma vida independente, preparados para enfrentar as dificuldades do mundo, tornando-se então pessoas saudáveis.

Depois da relação familiar, as pessoas se abrem para uma vida social, e desde crianças aprendemos a conviver com outras pessoas além de nossa família. Vamos fazendo amiguinhos e no início da vida, dificilmente formamos vínculos fortes o suficiente para uma vida toda. As amizades vão passando naturalmente, algumas vão nos acompanhar a vida toda, outras vão ficar nas lembranças ou em contatos esporádicos, o “quase nunca” que todos nós conhecemos bem…mas, o sentimento bom continua lá.

Estes são relacionamentos de “escolha”, estão repletos de afinidades, companheirismo, parceria, cumplicidade, confiança, no entanto, podemos dividir os amigos em diversos tipos. Existem aqueles que são os amigos divertidos, prontos para qualquer aventura, qualquer diversão, porém, as vezes não são pessoas para se confiar segredos. Outros podem ser amigos confidentes, amigos para se conversar sobre intimidades, porém, as vezes estes não são amigos para levar em uma “balada”. Existem também os amigos temporários, aquelas pessoas que marcam nossas vidas por um período curto de tempo, pessoas que conhecemos em uma viagem, amigos de faculdade, de colégio e que após aquele momento, passam a não mais fazer parte do seu dia a dia e aos poucos a frequência do contato vai diminuindo, enquanto a qualidade pode manter-se a mesma.

Os relacionamentos de amizade são muito semelhantes aos familiares, no entanto, por vezes há amizades muito mais fortes que os sentimentos familiares.

Já nos relacionamentos profissionais, há uma mistura de amizade com a competição natural do ambiente profissional. A competição natural é aquele comportamento de se dar ao máximo ao trabalho, mostrando suas qualificações, potencialidades e individualidades profissionais com ética e respeito. Da amizade, podemos colocar as afinidades, o trabalho em equipe, a contribuição para o bom desempenho de outros membros de sua equipe.

E por final, os relacionamentos amorosos, estes ditos pela maioria como a relação mais complicada. Nela há afinidades, existe a escolha, também se assemelha muito a uma relação familiar ou de amizade com a diferença da atração física, do sexo e a presença de um tipo de amor diferente. Estes relacionamentos geralmente necessitam de muitas adaptações, é como se fosse um curso intenso de conhecimento do outro e também de conhecer a si mesmo, é nesta relação onde mais podemos perceber a influência de todos os valores e sentimentos aprendidos durante a vida, seja com família, amigos ou no trabalho.

Quem deseja vivenciar um relacionamento afetivo, deve saber que cada casal se comporta de maneiras diferentes, no entanto, devem existir alguns objetivos em comum, seja a compra de um imóvel, a constituição de uma família, a construção de uma vida em conjunto porque são estes tipos de metas que fazem com que o casal possa ser classificado como um casal, batalhando sempre juntos. Porém, as batalhas muitas vezes acontecem em campos diferentes, cada um tem seu próprio trabalho, suas expectativas profissionais, seus sonhos e metas pessoais, e é essa individualidade que não pode ser também esquecida, porque se não estamos satisfeitos ou felizes com a nossa própria vida, como poderemos fazer a vida de uma outra pessoa satisfatória!?

A vida de um casal deve ser percebida como a junção de 3 vidas, duas delas são as vidas individuais, com seus desejos e anseios muito particulares de cada um e a terceira é a vida em comum, quando os desejos de ambos se encontram e formam um só.

As relações humanas são extremamente complexas, por mais simples que pareçam ser e, podemos também dizer que, por mais complicadas que pareçam, também são extremamente simples.

Em casos de dificuldades em relacionamentos, a psicoterapia auxilia na compreensão dos fatos, situações e angústias, a compreensão do porque aquilo aconteceu e seus resultados. E com o passar do tempo e a maior compreensão dos próprios comportamentos e também do comportamento do outro, as relações começam a se tornam mais acessíveis e tranquilas.

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Pesquisa realizada nos EUA traça o perfil da dificuldade enfrentada pelos adolescentes que sofrem de acne. Segundo os resultados, a sociedade tem a tendência de encarar o jovem com espinhas como tímidos e com menos chances de se sair bem em encontros.

O estudo foi feito realizado pela Ipsos, em parceria com a Sociedade Americana de Acne & Rosácea e o patrocínio da fabricante de produtos dermatológicos Galderma. Foram ouvidos 1.200 pessoas, entre 12 e 22 anos, pertencentes às classes ABCD, das principais cidades dos EUA.

Os participantes foram convidados a dar suas percepções a respeito de um grupo de adolescentes, com base exclusivamente nas fotos de seus rostos, com pele saudável ou modificada digitalmente para simular a acne.

“Para os adolescentes, a imagem que as pessoas têm de seu exterior exerce enorme impacto em como eles se sentem sobre si mesmos”, afirma a psiquiatra Eva Ritvo, da Universidade de Miami, que coordenou a pesquisa.

Para se ter uma ideia, 64% dos adolescentes com acne já se sentiram constrangidos. Entre eles, 95% afirmaram que o motivo do constrangimento foi causado pela maneira com que as pessoas os observaram.

Também segundo o levantamento, os adultos americanos acreditam que mais de metade (56%) dos adolescentes com acne estão suscetíveis a ser vítimas de constrangimento, em comparação com 29% dos que não têm acne.

O levantamento indica uma percepção negativa para os adolescentes com acne em relação aos que não têm. É comum que a sociedade os considere tímidos (39% contra 37%), nerds (31% contra 17%), solitários (23% contra 13%) e com poucas chances de se tornarem líderes (29% contra 49%).

Já os adolescentes que não têm o problema são vistos de maneira mais receptiva. Eles têm maior probabilidade de serem percebidos como autoconfiantes (42% contra 25% dos jovens sem espinhas), felizes (50% contra 35%), divertidos (40% contra 28%), e inteligentes (44% contra 38%).

A vida amorosa do jovem com o problema também é afetada, de acordo com os resultados. Para 64% dos adultos, os adolescentes com acne têm menos probabilidade de irem a um encontro no final de semana. Entre os próprios jovens, apenas 36% acham que o adolescente com acne possui chances de ter um encontro no final de semana.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2010/04/22/jovem-que-sofre-de-acne-e-visto-como-timido-e-solitario-segundo-pesquisa.jhtm

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Na mitologia grega, Fobos era filho de Ares, o deus da guerra, e de Afrodite, a deusa do amor. Irmão gêmeo de Deimos, o “horror”, acompanhava o pai nas batalhas para botar medo nos adversários. Acabou virando o sufixo para um medo exagerado e incontido frente a objetos, animais ou acontecimentos que provoca, entre outros sintomas, taquicardia, suor, pânico e aversão.

O tratamento é feito através de remédios que combatam a ansiedade e, obviamente, muita psicoterapia. A literatura médica já registrou casos muito estranhos de pessoas que desenvolveram pavor em coisas relativamente simples e inofensivas. E é obvio que com a evolução da tecnologia, mais fobias vão surgindo como a motorfobia (medo de automóveis) e a logizomecanofobia (pavor de computadores).

A seguir mostramos algumas dessas expressões, mas se você sofrer de helenologofobia (medo de termos gregos) ou hipopotomonstrosesquipedaliofobia (medo de – pasme – palavras compridas), é melhor parar por aqui.

Fobias na vida em sociedade
Sofre quem tem haptefobia, já que não gosta de tocar em nada ou de ser tocado.

Já a heterofobia faz com que a pessoa tenha medo do sexo oposto. Homens com ginefobia têm pavor de conviver com mulheres. Já mulheres com hominofobia não querem ver homens na frente.

A oicofobia é o medo de lugares vizinhos de onde a pessoa mora enquanto a domatofobia já abarca o pavor de estar na sua própria casa. E, em tempo, eremofobia é o medo de ficar só.

Seu medo é de pensar? Então é a fibrifobia. Já a eleuterofobia é o medo de ter responsabilidades. E a fonofobia então, que é a fobia de se ter fobias?

Fobias no amor e no sexo
Quem sofre de filematofobia não beija, já a sexoafobia ou erotofobia impede a pessoa de praticar atos sexuais.

A gimnofobia é o pavor de ficar nu, enquanto a falofobia é o medo do pênis, e a itifalofobia é a aversão ao pênis ereto. Não podemos esquecer da colpofobia que, apesar de tratar de genitais em geral, acontece mais em relação aos femininos.

A anuptafobia é a repugnância em se ficar solteiro, a gamofobia por casamentos, enquanto a armaofobia é o pavor pelo jogo amoroso.

Se um homem sofre de caliginefobia não pode chegar perto de Luiza Brunet porque sua aversão é a mulheres bonitas, mas se o problema fosse unatractifobia, então o medo seria de pessoas feias.

Existe a hamartofobia, que é o pavor de vir a pecar, mas não confunda com hedonofobia. Nesse o problema é sentir prazer.

Em tempo, a novercafonia é o medo incontrolável da sogra.

Fobias do reino animal
Existe a zoofobia, que é o pavor por qualquer animal, mas a pessoa pode ter aversão a algum bicho específico ou a um grupo deles. Por exemplo, a agrizoofobia refere-se apenas a animais agressivos (e quem não tem medo?). Já a equinofonia é o medo de cavalos, a alectorofobia de galinhas, a batracofobia de batráquios (sapos, rãs, salamandras etc) e a bufonofobia só trata de sapos mesmo.

Quem possui ailerofobia ou galeofobia não pode ver um gato na frente, mas se for amicofobia, o grande problema é ser arranhado.

A isopterofobia faz a pessoa tremer frente a um cupim, e na mirmecofobia as formigas são as grandes vilãs. Na motefobia, a simples visão de mariposas e borboletas já causa tremores.

A campeã de todas é a anatidaefobia ou medo incontrolável de ser observado por patos.

Fobias no corpo
Se o assunto for os olhos, temos a ometafobia (medo dos olhos), a escoptofobia (ser olhado), escotomafobia (ficar cego), eisoptrofobia (olhar-se no espelho), escotofobia (escuridão) e até fengofobia (luz do sol).

A ambulofobia faz a pessoa ter medo de andar, e a basofonia, de cair ou ficar em pé. A corofobia faz com que o doente não dance.

A falacofobia é o pavor em ficar careca, enquanto a caetofobia trata dos pelos, e a tricofonia, dos cabelos.

Se o que lhe apavora é vomitar, então é um caso de emetofobia, mas se for somente vomitar em avião, então o termo correto é aeronausifobia.

Quem tem medo de falar sofre de lalofobia; já na onomatofobia, o pavor é de ouvir determinadas palavras ou nomes.

Da lista de estranhos, o mais esquisito mesmo é a estruminofobia ou o medo de morrer defecando, mas não podemos esquecer da araquibutirofobia ou a versão que se grude no céu da boca a pele de certos alimentos como amendoim ou pipoca.

Fobias das crenças religiosas
Nem aquilo que supostamente nos deve dar conforto consegue curar alguém com teofobia (medo de Deus ou de religião). Na teleofobia a aversão é de definir ou planejar cerimônias religiosas.

Há os que tem papafobia (sim, medo do Papa) e estaurofobia (medo da cruz ou do crucifixo).

A estigiofobia é o pavor pelo inferno, já que Estige era o rio que as almas penadas cruzavam na mitologia grega.

Na linha mais pitoresca, temos a triscaidecafobia (pavor do numero 13), a espectrofobia (fantasmas), mas quem não tem um pouquinho de tanatofobia ou medo de morrer?

Fonte: http://saude.terra.com.br/interna/0,,OI4348748-EI1497,00-As+diversas+fobias+encontradas+na+literatura+medica.html

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De acordo com estudiosos do tema, 30% das pessoas são psicopatas.
Elas costumam transgredir regras, ser agressivas e de humor inconstante.

Laudo de psicólogos sobre o pedreiro Adimar Jesus da Silva, de 40 anos, feitos antes de o homem ser beneficiado pela progressão de regime e libertado, indicava que ele era agressivo e dava sinais de ser um psicopata. O pedreiro é suspeito das mortes de seis jovens em Luziânia (GO), cidade a 70 km de Brasília, ocorridas depois que ele deixou a prisão. Mas, afinal, o que é um psicopata?

Quando vemos cenas de violência, nosso corpo reage. O coração acelera, a pele transpira, sentimos um frio na barriga. São essas sensações que nos diferenciam dos psicopatas. O cérebro deles não apresenta alterações estruturais, mas funciona de forma diferente. Para o professor de neurologia Benito Damasceno, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é possível dimensionar falhas em uma região do cérebro considerada um marcador corporal da emoção.

“Pode existir uma falha na transmissão química entre os neurônios, uma falha da atividade elétrica dos neurônios. Esse indivíduo tem uma linguagem normal, uma memória normal, raciocínio lógico normal. O problema é que ele viola as normas morais e sociais”, afirma. Os cientistas ainda não descobriram o que causa essa deficiência no funcionamento cerebral.

O ser humano nasce ou não com uma tendência biológica a psicopatia, mas o que define se ela vai se manifestar, e em que grau, é o tipo de criação. A estrutura da nossa personalidade é formada até os 8, 10 anos de idade, principalmente. Nessa fase, a criança precisa se sentir amada, protegida e, acima de tudo, receber limites e aprender a seguir regras.

“Pais que não colocam limites nos filhos, que deixam os filhos fazerem tudo o que querem, que vêem a criança destruindo objetos e não se importam, esses pais estão criando futuros psicopatas”, afirma a psicóloga Maria de Fátima dos Santos. Por 20 anos, a psicóloga trabalhou no sistema prisional e avaliou criminosos que haviam cometido estupros e assassinatos em série.

Segundo ela, 95% deles são psicopatas e a grande maioria sofreu violência na infância. “É porque ele teve lá na infância alguma coisa que o fez se tornar insensível”, diz ela. De acordo com os especialistas, 30% das pessoas são psicopatas. Gente que transgride regras, costuma ser agressiva, de humor inconstante e tem dificuldade para controlar seus impulsos.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1569331-5598,00-ESPECIALISTAS+EXPLICAM+O+QUE+PENSAM+E+COMO+AGEM+OS+PSICOPATAS.html

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