A medicina não considera as diferentes orientações sexuais como doença. Essa é uma conquista que vem dos anos 90. O debate, agora, avança sobre a questão da transsexualidade.

A Justiça se adianta e já reconhece o direito a um novo nome e à mudança de gênero em muitos casos. E, para os brasileiros e brasileiras do mesmo sexo, permite a união estável e também a partilha de bens e heranças. Mas o preconceito, a violência e o abuso ainda marcam a vida de muitos cidadãos.

O programa conversou com especialistas e pessoas que passaram pela batalha de aceitar a si mesmo e serem aceitos pelas famílias. Segundo a psicóloga Ana Ferri, “O papel do psicólogo é o de ajudar o indivíduo a viver a sua sexualidade de maneira mais plena, e não tentar curá-lo, porque a homossexualidade e a bissexualidade não são doenças”. Ela continua: “A homossexualidade não tem a ver com a maneira com que a pessoa foi educada. Os pais não têm influência sobre isso”.

Fonte: http://g1.globo.com/globo-news/noticia/2011/11/preconceito-sobre-orientacao-sexual-ainda-existe-na-sociedade.html

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