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507827681Mais de 13 mil crianças e jovens entre um e 19 anos foram atendidos.
Maioria das vítimas teve acesso aos medicamentos com própria família.

As hospitalizações por overdose de analgésicos opioides mais que dobrou entre as crianças e adolescentes americanos entre 1997 e 2012, de acordo com um novo estudo publicado na segunda-feira (31).

Tentativas de suicídio e ingestão acidental foram responsáveis por uma parte crescente dessas intoxicações, disseram os autores do artigo publicado na revista médica JAMA Pediatrics.

Eles identificaram mais de 13 mil casos de crianças e adolescentes de entre um e 19 anos hospitalizados por overdose de opioides prescritos por médicos, das quais 176 morreram.

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Entre as crianças de um a quatro anos, as internações aumentaram 205%, e entre os adolescentes de 15 a 19 anos, 161%.

As crianças pequenas foram hospitalizadas principalmente por ingestão acidental de analgésicos, enquanto as tentativas de suicídio ou os ferimentos autoinfligidos representaram a maioria dos casos de overdoses entre os adolescentes com mais de 15 anos de idade, disse a coautora Julie Gaither, epidemiologista na Escola de Medicina da Universidade de Yale.

As overdoses entre outros adolescentes resultaram provavelmente de tentativas de sentir efeitos semelhantes aos de drogas.

Os autores atribuem a explosão do número de overdoses de analgésicos entre as crianças aos seus pais ou a outros adultos em suas famílias que forneceram acesso aos medicamentos.

Em geral, as intoxicações atribuídas a medicamentos prescritos se tornaram a principal causa “de morte resultante de lesão” nos Estados Unidos, afirmam os pesquisadores.

Isso se deve, principalmente, ao grande aumento da presença de analgésicos poderosos em lares americanos.

O uso de drogas disparou nos últimos anos nos Estados Unidos, o que levou as autoridades a soarem os alarmes sobre o aumento acentuado de casos de overdose e dependência.

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Em 2012, os médicos americanos prescreveram 259 milhões de receitas de analgésicos opioides.

O estudo também revelou que 73,5% das crianças e adolescentes que tiveram overdose de opioides eram brancos, e que quase metade deles tinha seguro médico privado.

A proporção de jovens de famílias que têm a cobertura do Medicaid – seguro de saúde federal para americanos de baixa renda – hospitalizados por overdose de opioides aumentou de 24% em 1997 para 44% em 2012, diz o estudo.

 

Fonte:http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/10/hospitalizacoes-por-overdose-de-opioides-dobra-entre-jovens-nos-eua.html

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entrevistaEm 2012, 83% dos candidatos não receberam nenhum feedback.
Para 54%, retorno demonstra respeito a quem participou da entrevista.

Você se prepara, envia o currículo e tem a oportunidade de participar do processo seletivo da empresa. Mas, depois, não recebe nenhum e-mail ou telefonema com o resultado. Isso pode ser mais comum do que se imagina. Pesquisa realizada pelo site de empregos Curriculum mostra que 91% dos candidatos não recebem nenhuma resposta sobre a sua participação em uma entrevista de emprego.

Dentre os 9% que tiveram um feedback do selecionador, 31% relataram que o tempo médio para recebê-lo foi de até uma semana. Nesse grupo, mais de 70% responderam que não receberam explicações quando não foram aprovados no processo.

Questionados sobre o quão importante é ter uma resposta sobre uma seleção, 88% dos entrevistados disseram ser muito importante, 11% acharam importante e menos de 1% avaliaram como pouco importante.

A pesquisa levantou também os principais motivos que levam um profissional a desejar uma resposta sobre um processo seletivo. Para 54% dos entrevistados, o gesto demonstra respeito a quem participou da entrevista; 15% disseram que é ideal para não persistir no erro nas próximas vezes; outros 15% afirmaram que é para saber se têm chances numa futura oportunidade; 14% disseram que é para poder seguir em outras entrevistas de emprego; apenas 2% afirmaram que é para dar uma resposta a outro selecionador.

Segundo a Curriculum, mais de 9 mil profissionais participaram da pesquisa.

Resultados crescentes
Em 2012, a Curriculum realizou uma pesquisa com o mesmo tema. Os resultados mostraram que 83% dos candidatos não receberam nenhuma resposta dos selecionadores sobre o término do processo. Em comparação com 2014, houve um aumento de 8%.

Entre os profissionais que obtiveram um feedback naquela época (17%), a maioria disse que o tempo médio para retorno era de até uma semana, que se equipara ao resultado atual. No entanto, mais da metade (51%) disse que nunca recebeu nenhuma explicação sobre os motivos da não aprovação, um número relativamente menor que os 73% da recente pesquisa.

“Os resultados atuais se intensificaram e há um desequilíbrio entre a expectativa dos candidatos e a realidade do RH”, observa Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum.

Em geral, a pesquisa de 2012 já havia demonstrado a grande insatisfação dos candidatos pela falta de retorno do selecionador, uma vez que 98% deles afirmaram que gostariam de ter algum feedback para não persistir no erro nas próximas vezes, além de que compreendem que o gesto demonstraria consideração e respeito, os mesmos sentimentos verificados no levantamento atual.

Fonte: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2014/05/pesquisa-aponta-que-91-nao-tem-retorno-em-processos-seletivos.html

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A “terapia de conversão” de gays, que alega ajudar os homens a superarem uma atração indesejada pelo mesmo sexo – mas que já foi amplamente atacada como não científica e danosa – está enfrentando seus primeiros testes na Justiça norte-americana.

143517760Em Nova Jersey, na terça-feira (27/11), quatro homossexuais que passaram pela terapia entraram com um processo contra um importante grupo de aconselhamento, acusando-o de práticas enganosas sob o Ato de Fraude ao Consumidor.

Os antigos clientes disseram que ficaram emocionalmente marcados por falsas promessas de transformação íntima e por técnicas de humilhação que incluíam ficar nus na frente do conselheiro e bater em imagens de suas mães. Eles pagaram milhares de dólares em sessões e no final ouviram que a falta de mudança em seus sentimentos sexuais deveu-se a sua própria culpa.

Na Califórnia, terapeutas de gays buscaram a Justiça para argumentar pelo outro lado. Eles estão procurando impedir que entre em vigor uma nova lei estadual, sancionada pelo governador Jerry Brown em setembro e celebrada como um marco por defensores dos direitos dos gays, que proíbe as terapias de conversão para menores.

Em Sacramento, nesta sexta-feira (30), um juiz federal vai ouvir o primeiro de dois questionamentos legais feitos por grupos de direito conservadores alegando que a proibição é inconstitucional por ser uma infração à livre expressão, à religião e à privacidade.

Desde os anos 70, quando as associações de saúde mental pararam de taxar a  homossexualidade como um distúrbio, uma pequena rede de terapeutas renegados, líderes religiosos conservadores e aqueles que se dizem “técnicos para a vida” continuou a argumentar que a homossexualidade não é inata, e sim uma aberração enraizada em algum trauma de infância. A homossexualidade é causada, segundo esses terapeutas, por uma repressão do desenvolvimento masculino normal, muitas vezes por pais distantes e mães super-protetoras ou por episódios de abuso sexual infantil.

Uma indústria de “terapia reparadora” de gays, com clínicas e retiros de finais de semana, atraiu milhares de adolescentes e adultos que esperavam se livrar de desejos homossexuais, seja por motivos de crença religiosa ou por pressão familiar.

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Contudo, importantes grupos científicos e médicos dizem que as teorias não são fundamentadas e que não há evidências que os desejos sexuais centrais possam ser mudados. Eles também advertem que a terapia pode, nas palavras da Associação de Psiquiátrica Americana, causar “depressão, ansiedade e comportamento autodestrutivo” e “reforçar o ódio de si mesmo que o paciente já carrega”.

Essas conclusões estarão no centro das batalhas jurídicas à frente, na Justiça federal e estadual.

Diante dos holofotes em Nova Jersey está um centro de aconselhamento chamado Jews Offering New Alternatives for Healing, ou Jonah, além de seu fundador, Arthur Goldberg, e um “técnico para  vida” afiliado, Alan Downing.

Goldberg ajudou a fundar a Jonah em 1999, quando saiu da prisão por fraude financeira que cometeu nos anos 80. O grupo se descreve como “dedicado a educar a comunidade judaica mundial sobre fatores sociais, culturais e emocionais que levam a atrações do mesmo sexo” e diz que “trabalha diretamente com os que estão lutando contra atrações não desejadas por pessoas do mesmo sexo”, inclusive com não judeus.

Enquanto muitos judeus ortodoxos consideram as relações homossexuais uma violação da lei divina, o grupo de Goldberg não tem uma posição oficial dentro do judaísmo, e muitos judeus aceitam a homossexualidade.

Nem Goldberg nem Downing tem licença de terapeutas praticantes, então não são submetidos ao crivo das associações profissionais.

O Southern Poverty Law Center, um grupo de direitos humanos com base em Montgomery, Alabama, está movendo a ação em nome de quatro antigos pacientes e duas das mães, que dizem que não apenas gastaram milhares de dólares em terapias inúteis para os filhos, mas também tiveram que pagar por mais terapia para desfazer o dano.

“Os réus vendiam uma pseudociência anti-gay, difamando os homossexuais como repulsivos e perturbados”, disse Sam Wolfe, advogado do grupo.

O processo, que está correndo na Suprema Corte do Condado de Hudson, pede compensação financeira e o fechamento da Jonah.

Goldberg e Downing não responderam a telefonemas ou pedidos por comentários por email.

Um ex-cliente que está no processo, Michael Ferguson, 30, que hoje é candidato ao doutorado em neurociências na Universidade de Utah, procurou ajuda da Jonah em 2008. Ele tentou combater sua homossexualidade quando era mórmon praticante, que acreditava que somente aqueles em um casamento heterossexual poderiam alcançar a “bem-aventurança eterna”, disse ele.

Ferguson participou de um retiro chamado Jornada para a Virilidade, onde compartilhou o que ele chamou de seu “grande segredo” com 40 outros homens. Foi uma experiência de euforia ser aceito entre os homens que também estavam lutando contra sua homossexualidade, disse ele, mas essa animação temporária não foi o prometido primeiro passo para se tornar um heterossexual.

Depois de meses de sessões de terapia de US$ 100 com Downing no escritório da Jonah em Jersey e depois de sofrer de depressão que o levou a simultaneamente se consultar com um psicoterapeuta licenciado em outro lugar, Ferguson disse que entendeu que não estava mudando.

“Se torna fraudulento, até cruel”, disse ele em entrevista. “Dizer que, se você realmente quiser mudar, você pode –é uma coisa horrível para se dizer a alguém”.

“Eu fui estimulado a desenvolver raiva e ódio contra os meus pais”, acrescentou. “A noção que seus pais causaram isso é uma mentira horrorosa. Eles pedem a você que culpe sua mãe por ser amorosa e maravilhosa”.

Outro antigo cliente que participa da ação, Chaim Levin, 23, cresceu em uma comunidade ortodoxa judia em Brooklyn onde ser gay parecia impensável, disse ele.

892402-001Recomendado à Jonah por um rabino quando tinha 18 anos, Levin começou a frequentar retiros de finais de semana por US$ 650 cada. Por um ano e meio ele fez sessões privadas com Downing, assim como sessões de grupo semanais. Ele saiu depois que Downing o fez tirar as roupas e se tocar, dizendo que aquilo ia ajudá-lo a se reconectar com sua masculinidade, contou. Goldberg defendeu os métodos de Downing como apropriados para homens que lidam com problemas para aceitar próprio seu corpo.

Mas Levin chamou o episódio de “degradante e humilhante”.

Levin disse que sofreu violência sexual por parte de um parente entre as idades de 6 e 10 anos e que Goldberg e Downing diziam que suas atrações sexuais eram resultantes do abuso. “Dizer que o abuso o fez gay é terrível”, disse Levin. “Quando aceitei que eu era gay, pude me focar no problema mais sério de um histórico de abuso sexual”.

Muitas das mesmas questões serão discutidas diante dos juízes federais na Califórnia, na medida em que terapeutas, alguns do Liberty Counsel e outros do Pacific Justice Institute, procurarem impedir que a proibição da terapia de conversão para menores comece a vigorar a partir de janeiro.

Respondendo às acusações de violação constituição, uma declaração da Advocacia Geral da Califórnia citou a extensa literatura profissional que desacredita as terapias de conversão e disse que a nova lei impede uma conduta nociva, mas não a expressão ou a religião. Como a proibição se aplica apenas a terapeutas licenciados, os conselheiros religiosos não serão afetados.

Erwin Chemerinsky, especialista em direito constitucional e decano de direito da Universidade da Califórnia, em Irvine, disse: “A lei é clara quando diz que o governo pode proibir práticas de saúde que são nocivas ou ineficazes”.

Se a Justiça aceitar a avaliação científica das terapias apresentadas pelo Estado, “o governo provavelmente prevalecerá no final”, disse ele.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/the-new-york-times/2012/11/30/eua-debate-terapia-que-promete-curar-gays.htm

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CAMPINAS – A Prefeitura de Sumaré, no interior de São Paulo, afastou do cargo a professora que teria sugerido, em um bilhete, que os pais de um aluno da Escola Municipal José de Anchieta dessem “cintadas” e “varadas” no estudante de 12 anos, para educá-lo.

Por meio de nota, a Secretaria de Educação informou que a professora ficará afastada por até 90 dias, prazo legal no qual será realizada uma sindicância para apurar o caso. O prazo pode ser prorrogado por mais 90 dias. A educadora, bem como os pais do aluno e a direção da escola serão ouvidos.

Segundo disse o pai do menino, André Luis Ferreira Lima, de 29 anos, o bilhete foi enviado no dia 12 de junho a ele e à esposa. No texto, a professora de português sugeriu: “Quer conversar com o seu filho? Se a conversa não resolver. Acho que umas cintada vai resolver. (sic) Porque não é possível que um garoto desse tamanho e idade, não consiga evitar encrecas (sic). Esqueça tudo que esses psicólogos fajutos dizem e parta para as varadas”.

Após procurarem a direção da escola e enviarem a psicóloga do garoto para conversar com os professores, os pais disseram não ter conseguido nenhum retorno dos educadores e, então, enviaram o bilhete à afiliada da Rede Globo em Campinas.

Segundo Lima, o filho – em tratamento após passar por diversos médicos por problemas de déficit de aprendizado – sofre bullying há ao menos dois anos. “A professora fala na frente dos outros alunos que ele tem problema na cabeça, que ele tem doença mental”, disse.

A Prefeitura informou que a professora teria encaminhado o bilhete aos pais sem consentimento da direção da escola. Também informou que ofereceu acompanhamento psicológico para a educadora. A professora não foi dar aulas nesta terça-feira.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,professora-que-sugeriu-a-pais-violencia-como-recurso-educativo-e-afastada-do-cargo,891913,0.htm

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psicoterapiaEstudo britânico diz que técnica é ineficaz e pode prejudicar os pacientes.

Uma pesquisa realizada por especialistas britânicos sugere que terapeutas ainda oferecem tratamentos para homossexualidade apesar de não existir uma técnica aceita como comprovadamente eficaz nesta área.

A pesquisa divulgada na publicação especializada BMC Psychiatry envolveu 1,4 mil terapeutas britânicos e mostrou que uma “minoria significativa” de profissionais de saúde mental admitiu ter ajudado pelo menos um paciente a reduzir seus sentimentos homossexuais quando estes foram em busca de tratamento.

De acordo com o estudo, somente 4% dos psicólogos disseram que ajudariam a mudar a orientação sexual dos pacientes, mas 17% disseram que tentariam ajudar seus pacientes a conter seus instintos homossexuais.

Muitos deles disseram ter agido na “melhor das intenções”, afirma o estudo.

“Nós sabemos que os esforços para mudar a orientação sexual da pessoa resultam em poucas mudanças e podem ser prejudiciais”, disse o professor Michael King, da University College, em Londres.

“Nós achamos muito preocupante ter havido uma minoria significante de terapeutas que parecem ignorar este fato, mesmo que o tenham feito com a melhor das intenções”.

O Royal College of Psychiatrists, na Grã-Bretanha, diz que todos os homossexuais têm o direito de se proteger de terapias que são potencialmente prejudiciais, principalmente aquelas que se propõem a mudar a orientação sexual.

Nos Estados Unidos, onde tem havido um intenso debate sobre a questão da “cura” para homossexualidade, a Associação Americana de Psiquiatria (APA, na sigla em inglês) pediu a todos os profissionais éticos que interrompam suas tentativas de alterar a orientação sexual dos indivíduos.

Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1059415-5603,00-TERAPEUTAS+OFERECEM+TRATAMENTO+PARA+GAYS+DIZ+ESTUDO.html

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