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Um diagnóstico de câncer é capaz de deixar cicatrizes psicológicas tão profundas quanto as infligidas pelo envolvimento numa guerra. É o que indica uma nova pesquisa feita com pacientes.

Mais de uma década depois de terem recebido a notícia do diagnóstico, quatro em cada dez sobreviventes relatam sintomas como excesso de tensão permanente, pensamentos perturbadores sobre o câncer ou enfraquecimento dos laços emocionais com amigos e parentes.

São características que se encaixam na definição de síndrome do estresse pós-traumático, problema psiquiátrico que normalmente afeta veteranos de guerra.

Segundo Sophia Smith, pesquisadora do Duke Cancer Institute, na Carolina do Norte (EUA), é concebível que o trauma atrapalhe o prosseguimento da terapia.

“Ficamos preocupados com a possibilidade de o paciente evitar os cuidados médicos e pular os retornos no consultório”, diz. “Não temos dados que demonstrem isso, mas é uma preocupação constante para nós”, afirma a autora do estudo.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/990174-estudo-mostra-cicatrizes-psicologicas-do-cancer.shtml

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Membros de ONG fundada por mulher que perdeu irmã gêmea se reúnem para compartilhar experiências.

Para uma psicoterapeuta britânica, o luto vivenciado por uma pessoa que perdeu um irmão gêmeo é muito particular. Tanto que, para apoiar pessoas que sofrem com esse problema, Joan Woodward criou uma organização que oferece apoio psicológico a elas.

A ONG Lone Twin Network foi fundada depois que Woodward, que perdeu a irmã gêmea aos 3 anos, convidou pessoas que haviam passado pela mesma experiência a responder um questionário relatando suas experiências.

Com base em depoimentos de 216 pessoas, coletados nos anos 1980, ela publicou um estudo sobre o tema.

Woodward também é autora de um livro sobre o assunto: ‘The Lone Twin: Understanding Twin Bereavement and Loss’ (em tradução livre, ‘O gêmeo solitário: entendendo o luto e a perde de um gêmeo’).

Incompletude
Em entrevista à BBC, a psicoterapeuta disse acreditar que no seu próprio caso, por exemplo, a perda da irmã, apesar da pouca idade, teve um efeito profundo e duradouro.

‘Não há dúvida de que isso produziu níveis extremos de ansiedade, e de que eu me sentia muito solitária.’

‘Encontrei muitos gêmeos (que perderam irmãos e eles descrevem) uma sensação de que algo está faltando, algo que deveria estar lá e não está.’

Woodward disse que essas pessoas passam o resto de suas vidas buscando vivenciar novamente aquele tipo de proximidade que sentiram com o gêmeo.

‘E o mais difícil é que você anseia por achar aquela proximidade de novo, mas ela nunca está disponível.’

Em suas entrevistas, Woodward conversou com pessoas que perderam gêmeos em diferentes fases da vida: ao nascer, na infância e na idade adulta.

‘Muitos se surpreendem com o quanto uma pessoa que perdeu o gêmeo ao nascer pode ser afetada pela experiência’, explicou.

Segundo a psicóloga, as evidências demonstram que o que realmente importa para os gêmeos é a resposta dos pais àquela perda.

‘Para as mães, essa experiência agonizante de ter dois filhos, um morto e o outro vivo, é muito traumática e dolorosa.’

‘Uma parte de você adora (um dos bebês) e se sente feliz, outra está de luto e desesperadamente triste.’

Depoimentos
Depois de ouvir as experiências de outros gêmeos, Woodward decidiu criar um grupo de ajuda a pessoas na mesma situação.

No site da organização, alguns dos membros tentam colocar em palavras – muitos, pela primeira vez – o que significa a perda de um irmão ou irmã gêmea.

Num deles, um homem com cerca de 60 anos cuja irmã gêmea morreu ao nascer diz:

‘Durante aqueles dois primeiros anos, eu chorei – assim me contam – mantendo
todos à minha volta acordados’. (…) ’46 anos, 157 dias, duas horas e meia mais tarde, a morte de minha irmã gêmea ainda me consome. (…) Fiz a minha estreia no mundo como um assassino – diz a lenda. Isso eu sei não ser verdade. O corpo físico de minha irmâ morreu no nascimento, mas ela sempre foi parte de mim. Brincamos juntos quando crianças, falamos e compartilhamos muitas coisas. Vivemos como (se fôssemos) um’.

Outra integrante do grupo fala da morte do irmão Arnold, já adulto.

‘Faz 15 anos desde que Arnie morreu e ainda me sinto tão machucada. (…) Ele era meu amigo, minha alma gêmea, parte de mim. (…) Quando você tem um gêmeo, de certa forma há uma aceitação completa de que ele é uma parte de você. E essa parte hoje está faltando’.

A ONG Lone Twin Network conta hoje com cerca de 600 membros. Eles se reúnem duas vezes por ano para compartilhar suas experiências e também podem contactar uns aos outros, se tiverem interesse.

‘Não é um grupo de terapia’, explicou Woodward. ‘É o que os gêmeos podem oferecer uns aos outros, ouvindo e compreendendo as experiências uns dos outros.’

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/10/ong-britanica-oferece-apoio-a-pessoas-que-perderam-irmaos-gemeos.html

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Estudo aponta que há benefícios para a saúde de toda a família depois que um deles se submete ao procedimento cirúrgico

NOVA YORK – Pessoas que perdem peso depois de um procedimento cirúrgico não estão sozinhas na hora de emagrecer. Os membros da família também o fazem, diz estudo publicado na revista ‘Archives of Surgery’ (Arquivos da Cirurgia).

Cirurgiões da Escola de Medicina da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, descobriram que um ano depois que a pessoa se submete a uma cirurgia, os familiares obesos chegam a perder uma média de oito quilos, caindo 234 para 226.

“A obesidade é realmente uma doença da família”, disse Dr. John Morton, cirurgião que liderou o trabalho de pesquisa. “Quando você investe no paciente (operação para perda de peso), você não só obtém benefícios para a pessoa, mas também para os familiares.”

Membros adultos da família, limitado àqueles que vivem com o paciente, também cortaram o número de bebidas alcoólicas consumidas de cerca de 11 por mês para apenas uma, diminuindo suas cinturas em quase três centímetros.

Segundo Dr. John Morton, crianças doentes não perderam peso, mas tiveram o ganho de quilos esperado. Outras crianças também disseram que estavam em uma dieta depois da cirurgia do seu pai – um aumento de um quarto para a metade.

As descobertas são baseadas em 35 pacientes que realizaram a cirurgia de bypass gástrico, assim como 35 membros adultos das famílias e 15 crianças.

De acordo com dados do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), cerca de um terço dos adultos nos Estados Unidos são obesos, aumentando o risco de problemas de saúde como doenças cardíacas e diabetes.

Embora haja muitas maneiras de perder peso, a cirurgia é o tratamento médico padrão ouro para a obesidade grave.

Mais de 220 mil norte-americanos fizeram uma operação de perda de peso em 2009, a um preço de cerca de 20 mil dólares por paciente, de acordo com a Sociedade Americana de Cirurgia Metabólica e Bariátrica.

Um estudo descobriu que 7% dos pacientes de cirurgia tiveram complicações durante o procedimento, porém a maioria deles por problemas menores. Complicações sérias – como hemorragia maciça ou insuficiência renal – ocorreram em 2,6% dos pacientes e foram mais comuns em cirurgia de bypass do que no procedimento de banda gástrica.

O novo estudo é pequeno e não prova que a cirurgia ajuda os membros da família a perderem peso. No entanto, este sugere que tal situação pode acontecer, assim como ser parceiro uma pessoa obesa aumenta o risco de que você também seja pesado, diz Morton.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,perda-de-peso-apos-cirurgia-acontece-tambem-em-familiares-dos-pacientes,787106,0.htm

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Katie tem síndrome da insensibilidade ao androgênio, diagnosticada depois de médicos descobrirem existência de testículo não descido.

Uma americana que descobriu na adolescência que era geneticamente homem relatou seu drama em um documentário da BBC.

Katie tem síndrome da insensibilidade ao androgênio, que só foi diagnosticada quando ela passou por uma operação de hérnia aos seis anos de idade.

Os cirurgiões descobriram na época que ela tinha um testículo não descido e que não possuía ovários ou útero, apesar de ter uma vagina.

Por não reagir ao androgênio, o hormônio que teria feito com que ela fosse um menino, ela se desenvolveu como menina.

‘Eu tenho aparência feminina, tenho um corpo de mulher normal, mas em vez de ter cromossomos XX como uma mulher típica, eu tenho cromossomos XY como um homem comum’, diz Katie no programa ‘Me, my sex and I’, exibido esta semana pelo canal BBC One na Grã-Bretanha.

Segredo
Os pais de Katie, ambos médicos, aprenderam durante seus estudos que não era recomendável informar às mulheres que elas têm essa condição ‘porque a notícia seria tão devastadora que elas poderiam cometer suicídio’.

Ainda assim, eles decidiram, aos poucos, dar a Katie algumas informações sobre seu corpo e quando ela completou 18 anos, os pais revelaram todos os detalhes.

‘Eu fiquei muito assustada. Eu não estava preparada para pensar em mim como totalmente e irreversivelmente diferente de qualquer outra mulher. Eu ficava pensando se alguém iria me amar ou se eu era tão diferente que não poderia ser amada’, disse ela.

Katie teve o testículo removido, passou a tomar pílulas para equilibrar melhor seus hormônios e começou a frequentar um grupo para mulheres como ela.

Distúrbios de Desenvolvimento Sexual
Aos 22 anos, Katie deu uma entrevista no programa da apresentadora Oprah Winfrey que teria contribuído para uma maior abertura na discussão dos Distúrbios de Desenvolvimento Sexual (DDS) nos Estados Unidos.

O nascimento de uma criança que não pode ser descrita como menino ou menina (com sexo indeterminado, condição previamente conhecida como intersexo) é algo raro, mas o grupo de apoio Accord Alliance diz que, em cada 1,5 mil nascimentos, um apresenta algum tipo de DDS.

Pessoas com o distúrbio podem ter desequilíbrios hormonais ou um desenvolvimento inadequado de seus órgãos sexuais ou reprodutivos, que pode levar a uma genitália ambígua e a uma aparência física que não corresponde a seus cromossomos sexuais, como é o caso de Katie.

Em casos opostos ao de Katie, pessoas com cromossomos XX (femininos) podem não desenvolver seios, ter pelos em excesso e um clitóris aumentado, similar a um pênis.

‘Eu acho que temos definições muito inadequadas do que é sexo, mas com base no que temos, não posso dizer que sou homem ou mulher em termos de sexo, apesar de minha identidade de gênero ser feminina’, diz Katie.

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/10/americana-relata-drama-de-descobrir-na-adolescencia-ter-genetica-masculina.html

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A próxima vez que ficar vermelho depois de passar por algum tipo de situação embaraçosa, não tente esconder. Um estudo aponta que pessoas que sentem vergonha são vistas como mais confiáveis pelas pessoas ao redor.

Pesquisadores da universidade conduziram uma série de experimentos que usavam vídeos, jogos de confiança e pesquisas para verificar a relação entre o constrangimento e bons relacionamentos sociais.

Em um experimento pesquisadores gravaram 60 estudantes recontando algum momento vergonhoso de sua vida, como confundir uma mulher que está acima do peso como grávida. Cada vídeo foi classificado de acordo com o nível de constrangimento que o sujeito mostrou ao contar para a câmera. Os pesquisadores identificaram que o gesto típico de quem estava com vergonha era olhar para baixo enquanto encobria o rosto.

Os estudantes também foram submetidos a um jogo em que tinham que dividir tickets com os parceiros. Os pesquisadores observaram que os mais generosos eram os que tinham demonstrado mais constrangimento ao contar sua história embaraçosa.

“Níveis moderados de vergonha é um sinal de virtude”, afirma Matthew Feinberg, pesquisador do estudo e doutor de Psicologia da Universidade de Berkeley, na Califórnia. “Constrangimento é uma assinatura emocional da pessoa e promove confiança na vida cotidiana”, afirma outro pesquisador envolvido na pesquisa, Robb Willer, um psicólogo social da Universidade de Berkeley.

As pessoas envergonhadas são vistas como mais confiável e, portanto, mais susceptíveis de serem melhores amigos, e até mesmo melhor parceiros românticos. Indivíduos que são facilmente constrangidos relataram níveis mais elevados de monogamia, segundo o estudo. Feinberg acredita que isso acontece, pois as pessoas querem se aproximar mais de pessoas que podem confiar e se sentem confortáveis com isso.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2011/10/03/pessoas-que-se-sentem-constrangidas-sao-mais-confiaveis-diz-estudo.jhtm

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As pessoas em todo o mundo são mais felizes durante a manhã e tarde da noite, segundo um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado nesta quinta-feira, que analisou milhares de mensagens no site de microblog Twitter.

Sociólogos da Universidade Cornell, no norte do estado de Nova York, utilizaram programas de informática de linguagem para detectar a presença de palavras positivas em 509 milhões de tweets de 2,4 milhões de usuários em 84 países diferentes em um período de dois anos.

Os picos positivos no humor foram detectados bem cedo, mas começaram a cair no meio da manhã, quando a maioria das pessoas inicia seu dia de trabalho.

Outro pico positivo foi observado por volta da meia-noite, seguido por uma “forte queda” para sentimentos negativos, como angústia, medo, raiva, culpa e desgosto, durante as horas da noite, informou o estudo publicado na revista Science.

O maior número de palavras que indicam bom-humor, entusiasmo, alegria, atividade e estado de alerta foram observados nos sábados e domingos, “o que indica as possíveis consequências do estresse relacionado com o trabalho, com a falta de sono e por começar cedo o dia”.

As amostras de países de maioria muçulmana, onde os fins de semana são nas sextas-feiras e nos sábados, como os Emirados Árabes Unidos, mostraram o mesmo padrão nestes dias em relação ao observado em outros países aos sábados e domingos.

O inglês foi o único idioma analisado, embora os usuários da rede de microblogs sejam provenientes de todo o mundo.

O emoticon que mostra uma cara feliz ou triste, com o qual a tecnologia moderna permite descrever todas as emoções, foi de pouca ajuda na análise, já que “seu uso foi muito escasso para poder detectar um padrão consistente”, indicou o estudo.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/afp/2011/09/29/estudo-mostra-que-pela-manha-e-tarde-da-noite-as-pessoas-sao-mais-felizes.jhtm

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