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Um estudo com cerca de 16 mil crianças em Taiwan aponta que 16% dos meninos com idades entre dez e 12 anos admitiram ter induzido o vômito para perder peso.

A pesquisa foi publicada neste mês no periódico “Journal of Clinical Nursing” e estudou meninos de até 18 anos.

A maior prevalência de bulimia (16%) foi na faixa entre os dez e os doze anos. Entre as meninas, 10% sofriam com o transtorno.

Médicos afirmam que a bulimia entre os meninos pode ser motivada por uma tentativa de evitar o bullying, segundo o jornal britânico “Telegraph”.

Outro estudo, dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, aponta que 4% dos estudantes na pré-escola já usaram laxantes com o objetivo de emagrecer.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/932578-pesquisas-apontam-crescimento-da-bulimia-entre-meninos.shtml

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Quando falamos ou ouvimos sobre Distúrbios Alimentares, sempre esperamos por situações agressivas com pessoas induzindo vômitos, levadas a morte pela inanição, associadas por imagens de pessoas esqueléticas. Porém, hoje em dia vem surgindo um novo tipo de alteração dos hábitos alimentares e que não necessariamente acarreta nada disso, é a Ortorexia.

A Ortorexia é um quadro de obsessão por regras alimentares, é uma fixação por uma alimentação saudável. Ao contrário de outros distúrbios como a anorexia ou a bulimia, o ortoréxico se permite comer, porém, sua preocupação com aquilo que come fica tão forte que domina seus pensamentos a maior parte do tempo.

Nessa escolha pelo alimento saudável, ela busca informações verdadeiras sobre cada alimento verificando as calorias, vitaminas e nutrientes, um exemplo é o sal que em uso excessivo é nocivo à saúde. Mas o grande problema é o excesso de preocupação com esses detalhes, fazendo com que uma simples alimentação se torne um problema e acabe consumindo boa parte de seu tempo e pensamento e assim, a dieta acaba ditando as regras de sua vida.

Alguns sinais podem ser observados e percebidos nos portadores desse hábito alimentar, e estas pessoas passam a avaliar em pormenores os elementos presentes em cada alimento; a fixação por uma alimentação saudável; fora de casa, já não consegue mais consumir alimentos elaborados por outros; espreita e se queixa constantemente da forma como a outra pessoa cozinha e manipula os alimentos; pensa em nutrição a todo momento e inquieta-se cada vez mais com a alimentação que consome, perdendo então peso sem o auxílio de nenhuma dieta específica. E em alguns casos, existe a prática excessiva de atividades físicas (nestes casos há a ingestão de grande quantidade de alimentos ricos em proteínas).

Os efeitos deste distúrbio são

– Surgimento de disfunções como anemia e avitaminose acarretados pela deficiência de nutrientes necessários para o bom funcionamento do corpo;

– Isolamento social por ter receio de justificar suas escolhas ou ser tachado como neurótico acaba se afastando de eventos sociais ligados à comida como jantares de família, e muitas vezes deixa de realizar tarefas e atividades para ficar elaborando novas combinações de comida;

– A fixação nestes pensamentos acaba trazendo insucessos nos estudos, no trabalho porque tais pensamentos ocupam a maior parte do tempo e se tornam o movimento da vida.

O Tratamento

Como a Ortorexia ainda não é reconhecida como um transtorno alimentar, não há um tratamento específico para o quadro, porém, um acompanhamento nutricional, médico e em paralelo a psicoterapia podem ajudam a desmistificar os conceitos estabelecidos pela alimentação e melhorando a auto estima do paciente.

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