You are currently browsing the monthly archive for dezembro 2010.

Final de ano, época de festas, férias, descanso e preparativos para duas datas especiais, o Natal e o Ano Novo. Cada um tem um sentimento ou um significado para essas duas datas comemorativas, no entanto, o que existe em comum para esse período do ano é que a maioria das pessoas tem um sentimento classificado como negativo para esses dias.

Muitos estão fazendo um balanço do ano e percebendo que não fizeram quase nada do que haviam expectado ou praticamente nada. Alguns percebem que mais um ano se passou e que nada fizeram para mudar os rumos de sua história. E outros até reclamam de e para seu “Deus” pois passaram o ano a espera de algum acontecimento ou virada de vida.

O que a maioria das pessoas precisa compreender é que esse período do ano é realmente mais desgastante, não pelas compras de Natal e os preparativos para as festas, pois, isso é bastante motivador e deixa o momento mais interessante, mas, porque são os últimos dias de um ano todo, um período de reavaliações, de novos projetos, novos desejos para o ano que se aproxima.

E, para 2011, o que você deseja? O que espera para o ano que se aproxima? O que desejar se todos os anos fazemos inúmeros planos e não cumprimos nem a metade do programado?

Acredito que precisamos parar de pensar nos sonhos e creditar mais atenção aos desejos reais, aqueles que podemos realmente colocar em prática no dia a dia. Esquecer a compra do carro e pensar se antes disso, não precisamos organizar nossa casa, nossas finanças. Deixar o festão sonhado para o casamento e ver o que a vida nos possibilita. Isso faz com que possamos programar tudo aquilo que sonhamos e desejamos.

Precisamos aprender a deixar um período de nossas vidas para uma faxina, organizar aquilo que é necessário para se alcançar nossos objetivos, se for preciso todo o ano de 2011 para organizar as finanças da família, pagar as dívidas, guardar dinheiro para aquela pós-graduação, para a festa de casamento, para a compra do tão sonhado apartamento, precisamos desse esforço.

Podemos também usar o ano de 2011 para organizar nossa vida afetiva, não falo somente do afeto entre casais, mas, familiar, social e porque não, as emoções vividas consigo mesmo. Deixar tudo mais claro, menos estressante, diminuir aquela ansiedade exagerada, trabalhar aqueles medos que nos dominam, melhorar a relação que existe entre duas pessoas que se amam, desenvolver aquele namoro ou casamento que na prática não mais existe.

Tudo que precisamos para o próximo ano é aprender a perceber qual a nossa necessidade e quais as possibilidades reais para tudo aquilo que desejamos realizar. É algo muito além de ver se é uma necessidade, é começar a observar a própria vida e detectar se não é preciso uma pausa estratégica para continuar com os planos e estratégias de vida. Se não precisamos organizar algo antes de correr atrás daquilo que é tão almejado.

Todos nós estamos nos perdendo em meio a tantas coisas obrigatórias, tantas vontades e estamos esquecendo de olhar para a nossa vida, para nossa real situação, seja financeira, afetiva, social, individual…precisamos aprender a seguir nossas escolhas da maneira mais adequada e saudável possível.

Pense nisso e um ótimo Natal e um maravilhoso 2011 para mim, para você e para todo o mundo.

 

 

 

 

Consultório
Rua Martiniano de Carvalho, 864 – Cj 907
Bela Vista
Próx. ao Metrô Vergueiro (200m.) e Shop. Paulista (200m.)
São Paulo
Fone: (11) 3481-0197
E-mail: psicoclinicas@yahoo.com.br
Site: http://sites.google.com/site/psicoclinicas/

Anúncios

Taxa diz respeito a jovens de 16 a 18 anos, segundo levantamento com mais de 50 mil estudantes feito pela Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas nas capitais; em todas as faixas etárias, alunos das escolas privadas também experimentaram mais

Os estudantes de escolas particulares experimentam drogas mais que os da rede pública, revela levantamento da Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (Senad) divulgado ontem. Mapeamento feito com 50.890 alunos de todas as capitais constatou que, na faixa de 16 a 18 anos, 54,9% dos que estudam na rede particular já usaram psicotrópicos, como maconha, cocaína e crack, pelo menos uma vez. Na pública o porcentual é de 40,3%.

Em todas as faixas etárias, do ensino fundamental ao médio, 30,2% dos alunos da rede privada já experimentaram psicotrópicos, contra 24,2% dos da pública.

A relação entre os dois tipos de escolas se inverte quando se analisa o uso frequente da droga, ou seja, seis ou mais vezes no mês anterior à pesquisa. Nesse caso, a rede pública ultrapassa a privada por uma pequena margem – 0,9% contra 0,8%. Quanto ao uso pesado (20 ou mais vezes), os alunos da rede pública superam os da privada (por 1,2% a 0,8%). Ou seja: embora os estudantes das particulares experimentem mais, os das públicas usam com mais frequência.

O estudo do governo federal, feito em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), trouxe pela primeira vez os números da rede privada.

Estudantes do ensino fundamental e médio foram submetidos a um questionário de autopreenchimento, aplicado em 789 escolas. Segundo a Senad, cerca de 94% das públicas convidadas aceitaram participar, contra 70% das privadas. “Não entendemos como grave a recusa (das privadas). Pode ter a ver com o fato de ser a primeira vez que se faz uma pesquisa sobre esse tema com elas. A rede pública tem tradição”, diz a secretária adjunta da Senad, Paulina Duarte

Escolas públicas. Os dados da pesquisa anterior, de 2004, permitem uma comparação do cenário na rede pública. O uso de maconha pelo menos uma vez por ano caiu de 4,6% para 3,7%; de solventes ou inalantes (como lança-perfume), de 14,1% para 4,9%; de anfetamínicos, de 3,2% para 1,6%; e de crack, de 0,7% para 0,4%. O uso de cocaína, porém, subiu de 1,7% para 1,9%.

“O aumento em relação à cocaína foi relativamente pequeno e merecerá do governo uma análise mais acurada”, disse Duarte. “A redução do consumo de drogas é um fenômeno que não está ocorrendo apenas no Brasil. Há, no mundo, uma tendência de estabilização do consumo e até mesmo de diminuição. Há maior percepção sobre os riscos.”

Para a secretária adjunta, os números mostram um pequeno consumo de crack entre os estudantes – na rede privada, o índice foi de 0,2%. Uma possibilidade para o resultado é o fato de os usuários da droga na faixa etária estudada (de 10 a 19 anos) não estarem em sala de aula. “O crack devasta com muito mais rapidez a vida das pessoas, o que pode fazer com que elas não estejam na escola”, afirmou Duarte.

Quanto ao uso de tabaco e álcool nos ensinos fundamental e médio, houve redução no consumo entre 2004 e 2010. No primeiro caso, de 15,7% para 9,8%, e no segundo, de 63,3% para 41,1%.

Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101217/not_imp654757,0.php

Consultório
Rua Martiniano de Carvalho, 864 – Cj 907
Bela Vista
Próx. ao Metrô Vergueiro (200m.) e Shop. Paulista (200m.)
São Paulo
Fone: (11) 3481-0197
E-mail: psicoclinicas@yahoo.com.br
Site: http://sites.google.com/site/psicoclinicas/