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CAMPINAS – A Prefeitura de Sumaré, no interior de São Paulo, afastou do cargo a professora que teria sugerido, em um bilhete, que os pais de um aluno da Escola Municipal José de Anchieta dessem “cintadas” e “varadas” no estudante de 12 anos, para educá-lo.

Por meio de nota, a Secretaria de Educação informou que a professora ficará afastada por até 90 dias, prazo legal no qual será realizada uma sindicância para apurar o caso. O prazo pode ser prorrogado por mais 90 dias. A educadora, bem como os pais do aluno e a direção da escola serão ouvidos.

Segundo disse o pai do menino, André Luis Ferreira Lima, de 29 anos, o bilhete foi enviado no dia 12 de junho a ele e à esposa. No texto, a professora de português sugeriu: “Quer conversar com o seu filho? Se a conversa não resolver. Acho que umas cintada vai resolver. (sic) Porque não é possível que um garoto desse tamanho e idade, não consiga evitar encrecas (sic). Esqueça tudo que esses psicólogos fajutos dizem e parta para as varadas”.

Após procurarem a direção da escola e enviarem a psicóloga do garoto para conversar com os professores, os pais disseram não ter conseguido nenhum retorno dos educadores e, então, enviaram o bilhete à afiliada da Rede Globo em Campinas.

Segundo Lima, o filho – em tratamento após passar por diversos médicos por problemas de déficit de aprendizado – sofre bullying há ao menos dois anos. “A professora fala na frente dos outros alunos que ele tem problema na cabeça, que ele tem doença mental”, disse.

A Prefeitura informou que a professora teria encaminhado o bilhete aos pais sem consentimento da direção da escola. Também informou que ofereceu acompanhamento psicológico para a educadora. A professora não foi dar aulas nesta terça-feira.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,professora-que-sugeriu-a-pais-violencia-como-recurso-educativo-e-afastada-do-cargo,891913,0.htm

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Alex, 14, um dos garotos intimidados por colegas que teve sua história contada no filme, em Sloux City, Iowa 

A campanha antibullying nos EUA ganhou mais força nas últimas semanas com a estreia de um documentário elogiado pela crítica, mas cercado de polêmicas após receber uma classificação etária rigorosa.

Além disso, o filme foi acusado de omitir problemas de saúde de um garoto suicida e de criar uma suposta epidemia de bullying no país.

“Bully”, do diretor Lee Hirsch (sem previsão de estreia no Brasil), segue a vida de cinco adolescentes americanos em cidades do interior que sofrem abusos de colegas. Há o desajeitado sem amigos que apanha nos intervalos, a lésbica que se veste de menino e a garota que leva uma arma para se defender e acaba presa.

Devido ao uso de palavrões, a obra foi classificada imprópria para menores de 17 anos. Após uma campanha sem sucesso para revisar a idade, que contou com apoio de celebridades como Ellen DeGeneres, Meryl Streep, Martha Stewart, Demi Lovato, Johnny Depp e Michael Jordan, “Bully” acabou sendo lançado sem classificação. Alguns cinemas se negam a exibir filmes dessa maneira.

Os problemas do documentário, no entanto, não pararam por aí. Um artigo da revista eletrônica “Slate” acusou o diretor de omitir que Tyler Long, um garoto que se mata supostamente por causa de bullying, sofria de uma desordem bipolar. Outro personagem também comete suicídio e seus pais são filmados durante o luto.

“Eu me preocupo seriamente com o efeito contágio […]Uma das mensagens do filme é ‘bullying mata’, como se isso fosse normal”, disse Ann Haas, do projeto Fundação Americana de Prevenção ao Suicídio, à “Slate”.

Segundo ela, jovens que são intimidados poderiam se voltar ao filme e se sentir atraídos pela ideia, já que Tyler é retratado de forma romântica e incompleta.

EPIDEMIA

“Bully” faz parte de uma ampla campanha social segundo a qual 13 milhões de jovens sofrerão abusos nas escolas americanas ainda neste ano. Com o assunto de volta ao noticiário, há quem suspeite que a chamada “epidemia de bullying” seja antes uma crise de pânico de uma sociedade superprotetora do que uma ameaça real.

“Apesar de casos raros e trágicos que precisam de nossa atenção, os dados mostram que, na verdade, as coisas estão melhorando para os jovens”, escreveu no “Wall Street Journal” Nick Gillespie, editor-chefe do site da revista “Reason”.

Ele cita números do Centro Nacional de Estatísticas Educacionais, incluindo um sobre o declínio de 12% para 4% dos estudantes que afirmaram ter medo de serem atacados na escola entre 1995 e 2009, ano mais recente da pesquisa. Em outro relatório, 28% dos entrevistados disseram ter sido vítimas de bullying em 2009, contra 32% em 2007.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1077512-documentario-antibullying-e-acusado-de-exagerar-o-problema.shtml

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