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Australianos poderão ter sexo ‘não especificado’ em seus registros.
Votação unânime rejeitou apelação de estado que queria restrição.

A mais alta corte da Austrália reconheceu, nesta terça-feira (1), que uma pessoa pode ser legalmente reconhecida por um gênero neutro, além de masculino e feminino.

“A Suprema Corte reconhece que uma pessoa pode não ser nem do sexo masculino, nem do sexo feminino, e permite, assim, o registro do sexo de uma pessoa como ‘não especificado'”, disse, em julgamento unânime, que rejeitou a apelação feita pelo estado de New South Wales para que fossem reconhecidos apenas os sexos masculino e feminino.

O caso foi centrado numa pessoa chamada Norrie – que não se identifica nem como sendo do sexo masculino nem do sexo feminino. Ela entrou com um processo na justiça australiana para que um gênero neutro fosse introduzido no país.

Norrie, que se apresenta apenas pelo primeiro nome, nasceu como homem e passou por uma cirurgia de mudança de sexo em 1989 para se tornar uma mulher.

A cirurgia, contudo, não conseguiu solucionar identidade sexual ambígua de Norrie, impulsionando sua luta pelo reconhecimento de um novo gênero, não tradicional.

A militante pela igualdade sexual virou manchete em todo o mundo em fevereiro de 2010, quando um registro no departamento de Nascimentos, Mortes e Casamentos do estado de New South Wales aceitou que “sexo não especificado” poderia ser usado para Norrie.

Mas logo após a decisão foi revogada pelo departamento, alegando que o certificado era inválido e tinha sido emitido por um erro. À época, Norrie disse que a decisão foi como ter sido “socialmente assassinada”.

O caso gerou uma série de processos que resultaram na decisão da Corte de Apelação de New South Wales em reconhecer Norrie como tendo um gênero neutro em 2013. Essa decisão foi apoiada pela Suprema Corte australiana nesta terça-feira.

“Agradecemos a decisão. Esperamos que a imprensa respeite a diferença entre transgêneros e transsexuais e identifiquem o gênero de Norrie como ‘não específico'”, afirmou a organização internacional Intersex International Austrália.

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/04/genero-neutro-e-reconhecido-pela-suprema-corte-da-australia.html

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A depressão é um transtorno afetivo e isso, todos já devem ter percebido ou até mesmo deduzido. E não importa se é leve, moderada ou grave, em todos os níveis de gravidade, ela é proporcionalmente incapacitante.

A duração dos sintomas, na maioria dos casos, indica o quão ela influenciará em nossos relacionamentos, isso porque, com o passar do tempo a depressão vai agregando outras questões que aumentam ainda mais o desgaste da convivência familiar, social e consigo mesmo.

Assim, podemos dizer que as áreas em que mais existem dificuldades de adaptação são relacionadas ao papel sexual, assim como o interesse na busca por emprego, seguido do isolamento social.

 Depressão e relacionamentos

O que vemos então na vivência da nossa profissão é que existe uma probabilidade maior de um casamento não dar certo quando um dos dois apresenta a depressão em comparação com os casais que não apresentam a depressão.

Depressão e família

A primeira reação de uma família que descobre a depressão em um de seus membros é a de ajudar a pessoa a reagir, a não se deixar levar pelos “sentimentos pessimistas”, o que é uma postura muito positiva, porém, ineficaz, pois, acredita que tais emoções são dependentes da vontade da pessoa.

A reação seguinte é a depreciação da pessoa portadora de depressão, pois, em todas as famílias, existem as crenças populares, o senso comum que aponta o portador da depressão como alguém acomodado, com falta de vontade, alguém que não quer se esforçar, dizem que é uma pessoa fraca, etc.

Quando estas crenças populares se instalam, é porque a família se sente impotente diante da situação, frustrada e decepcionada com as sucessivas tentativas e a falta de resultado na melhora, no ânimo e no humor do portador da depressão.

Com tudo isso, muitas emoções e sentimentos vão surgindo dentro da família, a frustração, decepção, impotência e além destas já citadas, podemos falar da preocupação excessiva, raiva, sensação de exaustão, entre outros que associados ao impacto financeiro e social da família, acabam deixando o portador da depressão como o bandido da situação.

Depressão e casamento

A queda da libido é um dos principais fatores que comprometem o relacionamento íntimo de um casal, isso porque, quem é portador deste distúrbio afetivo perde a capacidade de sentir prazer em qualquer atividade, inclusive no sexo. Esta característica vai se agravando conforme evolução da depressão, o resultado disso, é que a pessoa tem muita dificuldade para dar início a qualquer tipo de atividade, dar continuidade ou finalizar, e assim é com a vida sexual, é muito difícil para o portador de depressão dar início a relação sexual, e quando o faz, está bastante prejudicada chegando até a dificuldade de atingir o orgasmo.

Com esses efeitos, a consequência disso é o desenvolvimento da baixa autoestima, porque existe sempre uma auto cobrança, principalmente porque o outro também vai cobrá-lo de alguma forma porque a pessoa se sente rejeitada, deixada de lado, sente que não é mais amada, chegando a ponto em alguns casos, de acreditar em uma possível traição.

Claro que preciso também deixar claro que com o tratamento da depressão, a medicação também terá uma função de corte da libido, porém, com o desenvolvimento da pessoa e a consequente melhora da depressão, a medicação será proporcionalmente diminuída pelo médico, o que organicamente possibilitará o retorno à vida sexual saudável e igual à vida anterior a depressão.

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Posição governamental aponta para uma mudança de caminho, afastando-se da experiência bem-sucedida e do conhecimento técnico

Os vetos do Planalto e do Ministério da Saúde a campanhas de aids e material educativo escolar ressuscitam uma polêmica superada há décadas: a de que é possível controlar a epidemia sem quebrar tabus e enfrentar preconceitos. A experiência mundial mostra que, quando as ações não tiveram por base os direitos humanos, a evidência científica, a garantia do acesso universal à saúde e a priorização de grupos sociais mais atingidos, a epidemia cresceu, mais pessoas morreram e os custos com a saúde aumentaram.

É um engano achar que a epidemia de aids é causada somente por um vírus e bastam informações para que todos adotem medidas de prevenção. A epidemia é bem mais complexa. Já na década de 1980, a Organização Mundial de Saúde alertava que o preconceito, a discriminação e as desigualdades sociais eram as principais causas do alastramento da doença no mundo. São eles que impedem mulheres de negociar o uso de preservativo, os homossexuais de exercer sua sexualidade de forma segura e as prostitutas de enfrentar as situações de violência que as expõem com maior intensidade ao HIV.

Foi com base nesse entendimento, na capacidade de estabelecer diálogos francos com a sociedade e na adoção incondicionada do princípio constitucional da laicidade que a política de aids avançou nesses 30 anos. E não foram poucas as conquistas. Há mais de 20 anos, as primeiras campanhas sobre o preservativo foram assistidas pelas famílias brasileiras no horário nobre, as primeiras seringas foram distribuídas aos usuários de drogas e as primeiras aulas sobre sexualidade e aids foram ministradas em escolas. E por que não se lembrar da ousadia de enfrentar o lobby da indústria e adotar a licença compulsória de medicamentos antirretrovirais?

Agora, a posição governamental aponta para uma perigosa mudança de caminho, afastando-se da experiência bem-sucedida e do conhecimento técnico. Abre-se assim a possibilidade real de um agravamento da epidemia no País. A censura à campanha para homossexuais no carnaval de 2012 deixou de abordar o segmento mais atingido pela doença no País, com taxas de infecção 11 vezes superiores à da população geral. A proibição do uso de material educativo escolar endossado pela Unesco e Unaids, no início deste ano, poderá contribuir para criar uma geração inábil para lidar com a prevenção da aids. E a recente censura à campanha dirigida a prostitutas deixa no limbo um grupo que representa entre 10% e 15% das mulheres infectadas pelo HIV no País. Mais do que isso, essa censura sinaliza para a sociedade a intolerância com o exercício da prostituição, aumentando a marginalização e as situações de violência contra esse segmento. As consequências serão negativas para toda a sociedade, incluindo os clientes e companheiras e mulheres dos clientes.

Isso ocorre em um momento em que a aids dá sinais de que volta a crescer no País, uma situação que contrasta com o cenário internacional. As Nações Unidas, em seu último relatório, chamaram a atenção para o fato de que tecnologias altamente efetivas e disponíveis podem levar ao fim da epidemia ainda nesta década.

Diante disso, o Ministério da Saúde deverá decidir de que lado estará. Um programa de aids influenciado por um lobby conservador e interesses políticos terá pouca chance de sucesso e representará uma ruptura com as experiências bem-sucedidas e com a sociedade brasileira.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,aids-entre-a-ousadia-e-o-retrocesso-,1041526,0.htm

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sexo-relacionamento-desejo-amor-casal-cama-1364499522291_615x300Se a academia, o supermercado e reuniões de trabalho sempre têm um lugarzinho na agenda, por que não aproveitar e incluir o sexo na lista dos afazeres do dia? Segundo especialistas, a primeira causa da falta de apetite sexual é não pensar em sexo; não tê-lo como uma das prioridades da vida. “É preciso saber usar o sexo pelo sexo –e não para obter favores, manter um relacionamento que vai mal, impor poder ou se sentir amado”, afirma o psicólogo Oswaldo Rodrigues Jr., diretor e psicoterapeuta do Inpasex (Instituto Paulista de Sexualidade).

“O desejo tem de ser cultivado ao longo do dia”, segundo Carolina Ambrogini, ginecologista, sexóloga e coordenadora do Projeto Afrodite da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). O cansaço cotidiano pelo excesso de compromissos deixa as pessoas fadigadas, sem energia e sem tempo para estímulos sexuais.
Quanto menos planejar e fazer sexo, menos espaço ele terá, porque mais as pessoas buscarão satisfazer outras necessidades e prazeres, como trabalhar, estudar, ganhar dinheiro, viajar, jogar, malhar, comer, conversar, ir a festas, beber com amigos. Só que o dia tem apenas 24 horas, e o sexo faz bem.
A dica, para quem ainda não perdeu seu apetite por completo, é cuidar da saúde (hormonal, principalmente), gostar de sexo (ou descobrir um jeito de gostar), buscar soluções quando há baixa autoestima, dificuldades no relacionamento e falta de prazer –conversando com o parceiro ou fazendo terapia.”Invista na intimidade, aprendendo a concentrar energias no prazer que o sexo pode dar”, diz a psicóloga e diretora de publicações da Sbrash (Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana), Ana Canosa.  “Quando estamos mais perto da natureza e temos mais tempo para relaxar, o corpo e a mente ficam menos tensos, o que é bom para o desejo”.

Inimigos da libido

O hipotiroidismo, o uso constante de substâncias como antidepressivos, inibidores de apetite ou mesmo o alcoolismo e o tabagismo afetam o apetite sexual. “Se a disfunção é hormonal, podemos prescrever testosterona para os homens; já no caso das mulheres, não há medicação aprovada por órgãos de regulação, nem no Brasil, nem nos EUA”, explica a especialista da Unifesp.
Ler contos e assistir a filmes eróticos, escutar música romântica, reservar um tempo para jantar são passatempos que instigam a criatividade e não permitem que a passagem dos anos, o desgaste do relacionamento, a perda da paixão e do encanto e a mesmice do sexo tomem conta da vida a dois.

Se um não quer, dois não fazem

Quando um dos membros do casal tem o desejo, mas o outro não, o melhor é buscar ajuda, se a intenção é salvar o relacionamento. Dependendo da origem do problema, pode ser tratado por um médico, terapeuta ou os dois.
O Projeto Afrodite, da Unifesp, apesar de estudar principalmente a sexualidade feminina, também ajuda os homens –com psicólogos, seções de fisioterapia e consultas médicas.
“Pedimos exames que nos dão uma visão global do paciente; investigamos sua vida desde a educação recebida, seus traumas, tabus, preconceitos, dosagens hormonais, doenças crônicas que possam interferir na sexualidade e causas sociais mais profundas, como pessoas que foram, um dia, vítimas de estupro”, enumera a ginecologista e sexóloga. As causas da falta de apetite sexual são muitas e variadas.
Para Oswaldo Rodrigues Jr., o melhor tratamento para quem já perdeu o apetite sexual é o autoconhecimento. “Em nossa cultura, ser homem ainda implica necessitar de mais sexo”. Essa cobrança é um bom exemplo de como motivos psicossociais interferem no desejo.
Assim, quem está sem fome de sexo e precisa se autoconhecer deve, antes, buscar saber que regras sociais ou valores culturais impõem padrões ao seu comportamento sexual, e em até que ponto tais regras castram seus desejos mais íntimos e verdadeiros. Isso apontará para as fantasias que podem ser vividas com mais frequência.

Questione-se e mude os hábitos

É preciso olhar para dentro de si mesmo e fazer muitas perguntas: como me relaciono com meu par? Como é o meu dia? Tenho tempo ou me dou um tempo para planejar o sexo? Que características individuais ou disfunções físicas, hábitos e vícios poderiam estar interferindo em meu apetite sexual? Há espaço para fantasias em meu dia a dia? Essas são questões essenciais.

A busca de uma alimentação mais equilibrada e atividade física também fazem diferença, além de reorganizar a agenda e deixar rolar: “Se foi bom, você pensará nisso no dia seguinte e sentirá vontade de repetir”, afirma Carolina Ambrogini.

Fontehttp://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2013/03/29/identifique-e-combata-as-principais-causas-da-falta-de-desejo-sexual.htm

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A “terapia de conversão” de gays, que alega ajudar os homens a superarem uma atração indesejada pelo mesmo sexo – mas que já foi amplamente atacada como não científica e danosa – está enfrentando seus primeiros testes na Justiça norte-americana.

143517760Em Nova Jersey, na terça-feira (27/11), quatro homossexuais que passaram pela terapia entraram com um processo contra um importante grupo de aconselhamento, acusando-o de práticas enganosas sob o Ato de Fraude ao Consumidor.

Os antigos clientes disseram que ficaram emocionalmente marcados por falsas promessas de transformação íntima e por técnicas de humilhação que incluíam ficar nus na frente do conselheiro e bater em imagens de suas mães. Eles pagaram milhares de dólares em sessões e no final ouviram que a falta de mudança em seus sentimentos sexuais deveu-se a sua própria culpa.

Na Califórnia, terapeutas de gays buscaram a Justiça para argumentar pelo outro lado. Eles estão procurando impedir que entre em vigor uma nova lei estadual, sancionada pelo governador Jerry Brown em setembro e celebrada como um marco por defensores dos direitos dos gays, que proíbe as terapias de conversão para menores.

Em Sacramento, nesta sexta-feira (30), um juiz federal vai ouvir o primeiro de dois questionamentos legais feitos por grupos de direito conservadores alegando que a proibição é inconstitucional por ser uma infração à livre expressão, à religião e à privacidade.

Desde os anos 70, quando as associações de saúde mental pararam de taxar a  homossexualidade como um distúrbio, uma pequena rede de terapeutas renegados, líderes religiosos conservadores e aqueles que se dizem “técnicos para a vida” continuou a argumentar que a homossexualidade não é inata, e sim uma aberração enraizada em algum trauma de infância. A homossexualidade é causada, segundo esses terapeutas, por uma repressão do desenvolvimento masculino normal, muitas vezes por pais distantes e mães super-protetoras ou por episódios de abuso sexual infantil.

Uma indústria de “terapia reparadora” de gays, com clínicas e retiros de finais de semana, atraiu milhares de adolescentes e adultos que esperavam se livrar de desejos homossexuais, seja por motivos de crença religiosa ou por pressão familiar.

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Contudo, importantes grupos científicos e médicos dizem que as teorias não são fundamentadas e que não há evidências que os desejos sexuais centrais possam ser mudados. Eles também advertem que a terapia pode, nas palavras da Associação de Psiquiátrica Americana, causar “depressão, ansiedade e comportamento autodestrutivo” e “reforçar o ódio de si mesmo que o paciente já carrega”.

Essas conclusões estarão no centro das batalhas jurídicas à frente, na Justiça federal e estadual.

Diante dos holofotes em Nova Jersey está um centro de aconselhamento chamado Jews Offering New Alternatives for Healing, ou Jonah, além de seu fundador, Arthur Goldberg, e um “técnico para  vida” afiliado, Alan Downing.

Goldberg ajudou a fundar a Jonah em 1999, quando saiu da prisão por fraude financeira que cometeu nos anos 80. O grupo se descreve como “dedicado a educar a comunidade judaica mundial sobre fatores sociais, culturais e emocionais que levam a atrações do mesmo sexo” e diz que “trabalha diretamente com os que estão lutando contra atrações não desejadas por pessoas do mesmo sexo”, inclusive com não judeus.

Enquanto muitos judeus ortodoxos consideram as relações homossexuais uma violação da lei divina, o grupo de Goldberg não tem uma posição oficial dentro do judaísmo, e muitos judeus aceitam a homossexualidade.

Nem Goldberg nem Downing tem licença de terapeutas praticantes, então não são submetidos ao crivo das associações profissionais.

O Southern Poverty Law Center, um grupo de direitos humanos com base em Montgomery, Alabama, está movendo a ação em nome de quatro antigos pacientes e duas das mães, que dizem que não apenas gastaram milhares de dólares em terapias inúteis para os filhos, mas também tiveram que pagar por mais terapia para desfazer o dano.

“Os réus vendiam uma pseudociência anti-gay, difamando os homossexuais como repulsivos e perturbados”, disse Sam Wolfe, advogado do grupo.

O processo, que está correndo na Suprema Corte do Condado de Hudson, pede compensação financeira e o fechamento da Jonah.

Goldberg e Downing não responderam a telefonemas ou pedidos por comentários por email.

Um ex-cliente que está no processo, Michael Ferguson, 30, que hoje é candidato ao doutorado em neurociências na Universidade de Utah, procurou ajuda da Jonah em 2008. Ele tentou combater sua homossexualidade quando era mórmon praticante, que acreditava que somente aqueles em um casamento heterossexual poderiam alcançar a “bem-aventurança eterna”, disse ele.

Ferguson participou de um retiro chamado Jornada para a Virilidade, onde compartilhou o que ele chamou de seu “grande segredo” com 40 outros homens. Foi uma experiência de euforia ser aceito entre os homens que também estavam lutando contra sua homossexualidade, disse ele, mas essa animação temporária não foi o prometido primeiro passo para se tornar um heterossexual.

Depois de meses de sessões de terapia de US$ 100 com Downing no escritório da Jonah em Jersey e depois de sofrer de depressão que o levou a simultaneamente se consultar com um psicoterapeuta licenciado em outro lugar, Ferguson disse que entendeu que não estava mudando.

“Se torna fraudulento, até cruel”, disse ele em entrevista. “Dizer que, se você realmente quiser mudar, você pode –é uma coisa horrível para se dizer a alguém”.

“Eu fui estimulado a desenvolver raiva e ódio contra os meus pais”, acrescentou. “A noção que seus pais causaram isso é uma mentira horrorosa. Eles pedem a você que culpe sua mãe por ser amorosa e maravilhosa”.

Outro antigo cliente que participa da ação, Chaim Levin, 23, cresceu em uma comunidade ortodoxa judia em Brooklyn onde ser gay parecia impensável, disse ele.

892402-001Recomendado à Jonah por um rabino quando tinha 18 anos, Levin começou a frequentar retiros de finais de semana por US$ 650 cada. Por um ano e meio ele fez sessões privadas com Downing, assim como sessões de grupo semanais. Ele saiu depois que Downing o fez tirar as roupas e se tocar, dizendo que aquilo ia ajudá-lo a se reconectar com sua masculinidade, contou. Goldberg defendeu os métodos de Downing como apropriados para homens que lidam com problemas para aceitar próprio seu corpo.

Mas Levin chamou o episódio de “degradante e humilhante”.

Levin disse que sofreu violência sexual por parte de um parente entre as idades de 6 e 10 anos e que Goldberg e Downing diziam que suas atrações sexuais eram resultantes do abuso. “Dizer que o abuso o fez gay é terrível”, disse Levin. “Quando aceitei que eu era gay, pude me focar no problema mais sério de um histórico de abuso sexual”.

Muitas das mesmas questões serão discutidas diante dos juízes federais na Califórnia, na medida em que terapeutas, alguns do Liberty Counsel e outros do Pacific Justice Institute, procurarem impedir que a proibição da terapia de conversão para menores comece a vigorar a partir de janeiro.

Respondendo às acusações de violação constituição, uma declaração da Advocacia Geral da Califórnia citou a extensa literatura profissional que desacredita as terapias de conversão e disse que a nova lei impede uma conduta nociva, mas não a expressão ou a religião. Como a proibição se aplica apenas a terapeutas licenciados, os conselheiros religiosos não serão afetados.

Erwin Chemerinsky, especialista em direito constitucional e decano de direito da Universidade da Califórnia, em Irvine, disse: “A lei é clara quando diz que o governo pode proibir práticas de saúde que são nocivas ou ineficazes”.

Se a Justiça aceitar a avaliação científica das terapias apresentadas pelo Estado, “o governo provavelmente prevalecerá no final”, disse ele.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/the-new-york-times/2012/11/30/eua-debate-terapia-que-promete-curar-gays.htm

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Pesquisa foi realizada com mais de 4 mil crianças nos Estados Unidos e ouviu mais de 200 pediatras.

Um estudo realizado nos Estados Unidos revelou que os meninos estão experimentando o início da puberdade até dois anos antes do que se pensava.

 O estudo, o maior já conduzido no país, analisou as características de 4 mil de crianças do sexo masculino.

A pesquisa descobriu que, em média, os meninos brancos e hispânicos estão atingindo a puberdade com 10,4 anos, enquanto os negros começam a adolescência aos 9,4 anos.

De acordo com pesquisadores da Academia Americana de Pediatria (AAP), responsáveis pelo estudo, os resultados indicam que a puberdade está ocorrendo, de maneira geral, de seis meses a dois anos antes do que havia sido documentado até agora – de 11,5 anos para meninos brancos e hispânicos, e 11 anos para os negros.

Essas mudanças têm sido observadas em estudos realizados com meninas, mas é a primeira vez que se pesquisou o início da adolescência masculina.

Como as meninas

Para realizar o estudo, os cientistas ouviram 212 pediatras em clínicas de todo o país. No total, a pesquisa coletou informações de 4,1 mil crianças entre 6 e 16 anos.

Os pesquisadores acompanharam os dados sobre a ocorrência dos primeiros sinais de puberdade masculina: o surgimento dos pelos pubianos e o aumento dos testículos.

O estudo, publicado na revista Pediatrics, não detalha, no entanto, quais as causas dessas mudanças. Mesmo assim, os especialistas avaliam que a descoberta pode ser importante para a adoção de novas estratégias de saúde pública.

“Até agora, nos dados mais recentes, faltavam as informações sobre o início da puberdade nos meninos americanos, desde o surgimento até o final do ciclo”, afirmou a médica Marcia Herman-Giddens, uma das autoras do estudo.

“Isso é de extrema importância não só para os pediatras como para especialistas de saúde pública e pais”, acrescentou. “Acompanhar as alterações no crescimento e desenvolvimento é uma parte importante da análise da saúde das crianças.”

Várias teorias tentam explicar o avanço no início da puberdade de meninos e meninas, desde os altos níveis de obesidade até produtos químicos presentes nos alimentos que podem interferir na produção dos hormônios.

Mas os pesquisadores observam que ainda é preciso realizar mais estudos para identificar melhor as causas do fenômeno e entender melhor por que as crianças estão amadurecendo sexualmente mais rápido.

“Se é verdade que as crianças estão começando a puberdade cada vez mais cedo, ainda não está claro se isso representa algo negativo ou tem implicações de longo prazo”, disse o médico William Adelman, membro da Comissão da Adolescência da AAP. BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Fonte:http://www.estadao.com.br/noticias/geral,meninos-estao-comecando-puberdade-mais-cedo-diz-estudo,950165,0.htm

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Fumantes representam 40% dos pacientes com problemas sexuais.

Uma pesquisa realizada entre janeiro de 2011 e maio de 2012 pelo Centro de Referência da Saúde do Homem, em São Paulo, revela que 90% dos pacientes atendidos com queixas de impotência sexual são sedentários.

Além disso, dos 300 homens por mês que procuraram o serviço estadual para tratar a disfunção erétil, 40% eram fumantes. A maioria tem mais de 40 anos e já havia tentado outros tratamentos e remédios orais anteriormente. Cerca de 40 médicos ajudaram no levantamento.

“Pelo que se conhece da literatura médica, a relação do sedentarismo com a impotência é indireta. O problema está ligado às consequências da falta de atividade física, como obesidade, diabetes, colesterol alto e hipertensão. Essas são as vias finais que levam ao aparecimento ou à piora da disfunção”, explica o urologista responsável pelo centro, Joaquim Claro.

O aumento da gordura corporal pode atingir os vasos sanguíneos, tornando-os mais rígidos e sem dilatação, e também diminuir a testosterona, o hormônio masculino.

No caso do cigarro, a ligação com a perde do desejo sexual é mais direta: ele obstrui os vasos, que levam menos sangue até os corpos cavernosos do pênis. Segundo Claro, os fumantes com mais de 55 anos geralmente apresentam algum grau de impotência. A atuação do tabaco nas artérias é similar ao de fatores orgânicos como a diabetes, explica.

O estresse, a depressão e outros fatores psicológicos ou emocionais também interferem nos sinais cerebrais e podem desencadear a impotência, que atinge até 25 milhões de brasileiros acima dos 18 anos pelo menos uma vez na vida. Na faixa dos 40 anos, mais de 40% não conseguem ter relações com suas parceiras ou parceiros por esse motivo.

Os médicos destacam que o homem precisa reconhecer quando essas falhas são eventuais e quando é o momento de procurar ajuda. A disfunção sexual pode ser tratada com terapia, medicamentos ou com a implantação de uma prótese peniana, mas só um especialista é capaz de fazer o diagnóstico da doença e indicar o melhor tratamento.

O Centro de Referência da Saúde do Homem atende todo mês cerca de 3 mil pacientes. Fora os 10% que reclamam de disfunção erétil, os outros 2.700 procuram o local por causa de pedras nos rins, problemas de próstata (aumento ou câncer) e tumores de bexiga ou rins.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/06/nove-em-dez-homens-impotentes-sao-sedentarios-diz-pesquisa-em-sp.html

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A medicina não considera as diferentes orientações sexuais como doença. Essa é uma conquista que vem dos anos 90. O debate, agora, avança sobre a questão da transsexualidade.

A Justiça se adianta e já reconhece o direito a um novo nome e à mudança de gênero em muitos casos. E, para os brasileiros e brasileiras do mesmo sexo, permite a união estável e também a partilha de bens e heranças. Mas o preconceito, a violência e o abuso ainda marcam a vida de muitos cidadãos.

O programa conversou com especialistas e pessoas que passaram pela batalha de aceitar a si mesmo e serem aceitos pelas famílias. Segundo a psicóloga Ana Ferri, “O papel do psicólogo é o de ajudar o indivíduo a viver a sua sexualidade de maneira mais plena, e não tentar curá-lo, porque a homossexualidade e a bissexualidade não são doenças”. Ela continua: “A homossexualidade não tem a ver com a maneira com que a pessoa foi educada. Os pais não têm influência sobre isso”.

Fonte: http://g1.globo.com/globo-news/noticia/2011/11/preconceito-sobre-orientacao-sexual-ainda-existe-na-sociedade.html

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Baseado no trabalho que desempenha no ambulatório do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, da Secretaria de Estado da Saúde, o médico infectologista Jean Gorinchteyn lança nesta quinta-feira, 21, o livro “Sexo e aids depois dos 50”. Parte da renda será destinada ao próprio hospital.

ReproduçãoParte da renda será destinada ao Instituto Emílio Ribas

A obra, que conta com prefácio do infectologista e diretor do instituto, o médico David Uip, e com comentários de atores como Paulo Goulart, Nicete Bruno e Lima Duarte, além da apresentadora Adriane Galisteu, aborda o drama da revelação do diagnóstico entre pacientes, muito deles casados e com filhos e netos, situação que compõe um quadro de impacto psicológico e social, motivador de rompimento de elos familiares, sociais e profissionais.

 A publicação também aborda formas de contaminação, situações cotidianas que podem representar ameaças de contágio e exemplos de superação de pacientes, que fazem do arrependimento pela falta da prevenção uma marca de suas batalhas contra a doença.

 “Discutir sexualidade por si só é um tabu e fazê-lo entre pessoas acima de 50 anos se torna uma missão árida, principalmente porque misturar sexo e aids é ir além do debate do sexo e debater hábitos, desejos e fantasias diferentes do que foi estabelecido como moral, ético e aceito pela sociedade”, afirma o autor.

 Segundo o infectologista, essa faixa etária, pertencente à era pré-aids, foi vítima da desinformação, enfrentando dificuldade no manuseio e na aceitação do preservativo em suas relações. Como resultado, há a indignação de muitos pacientes, que imaginavam que a aids era uma doença exclusiva dos jovens, e a vulnerabilidade de muitas mulheres que não se protegeram por serem vítimas dos próprios cônjuges.

 “Quando o avô ou o pai de família é moralista e exigente e se vê na condição de contaminado, há a eclosão de todos os preconceitos possíveis, evidenciando o quanto a doença social trazida pelo HIV é mais avassaladora que as próprias doenças oportunistas advindas desse quadro”, ressalta Gorinchteyn.

 Serviço:

Livro: “Sexo e Aids depois dos 50” (124 páginas)

Autor: Jean Gorinchteyn

Editora: Ícone Editora

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,livro-discute-dilema-de-pessoas-que-descobrem-aids-apos-os-50-anos,627974,0.htm

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Sete em cada dez mulheres que sobrevivem ao câncer de mama sofrem disfunções sexuais, segundo um estudo que aponta como causa principal os efeitos psicológicos da cirurgia mamária.

Mary Panjari, pesquisadora da Universidade Monash de Melbourne (Austrália), publicou o trabalho nesta semana, informou o site americano especializado “Health”.

Os cientistas entrevistaram mil pacientes com menos de 70 anos que sobreviveram ao câncer de mama e mais de 80% disseram que sua vida sexual antes da doença era satisfatória.

No entanto, dois anos depois do diagnóstico, 70% das entrevistadas reconheceram que tinham “problemas sérios” na cama, embora os autores do estudo tenham advertido que essa porcentagem pode estar exagerada, já que a memória tende a idealizar o passado.

Apesar da controvérsia, o número contrasta com os estudos sobre mulheres adultas a esse respeito. Destas, apenas 45% dizem ter complicações sexuais. A imagem que as mulheres têm de seu corpo é fundamental, segundo o estudo.

Um terço das mulheres que foram tratadas e conservaram a mama se sentia incomodada com sua aparência, mas a porcentagem aumenta para 60% entre aquelas que sofreram mastectomia.

Quanto à cirurgia de reconstrução mamária, não pareceu apresentar efeito positivo no aspecto psicológico, já que as pacientes tinham uma imagem negativa de seu físico similar às que perderam um ou dois seios.

Outros fatores também podem ser os remédios que precisam tomar durante os tratamentos cancerígenos que podem inibir a produção de estrogênios, um hormônio feminino essencial para assegurar a satisfação sexual das mulheres.

Os estudiosos associam as disfunções aos sintomas da menopausa que são desencadeados pelos tratamentos que as pacientes recebem.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/804160-maioria-das-mulheres-que-tiveram-cancer-de-mama-sofre-problemas-sexuais.shtml

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