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Saia da frente, fúria no trânsito. Vem aí a fúria no trabalho.

A raiva no local de trabalho –patrões e empregados irritados, insultos, pavio curto ou coisa pior– é cada vez mais comum nos Estados Unidos, nesta época em que os americanos se deparam com alta de custos, incertezas profissionais e dívidas absurdas.

“Esse comportamento vai da simples grosseira às atitudes extremamente abusivas”, afirma Paul Spector, professor de psicologia industrial e organizacional da Universidade do Sul da Flórida. “Os casos graves de violência fatal ganham os holofotes, mas de certa forma isso é insidioso, pois o problema afeta milhões de pessoas.”

img_20081015_151228Spector diz que uma de suas pesquisas mostrou que 2% a 3% das pessoas admitem ter empurrado ou batido em alguém no trabalho. Considerando-se os 100 milhões de trabalhadores nos Estados Unidos, isso significaria 3 milhões de pessoas.

Choro e medo

Pesquisas mostram que cerca de metade dos trabalhadores dos Estados Unidos reclamam de gritos e outros abusos verbais no trabalho, e um quarto deles admite ter chorado nessas ocasiões. Um estudo concluiu que um sexto deles se queixa de danos causados pela raiva no trabalho –e um décimo diz ter sofrido violência física e sentir medo no local em que exerce sua profissão.

“É um desastre total”, diz Anna Maravelas, autora do livro “How to Reduce Workplace Conflict and Stress” (“Como Reduzir Conflitos e Estresse no Trabalho”). “Grosseria, impaciência e raiva… Costumávamos ser assim em casa, mas no trabalho tentávamos ser profissionais. Agora, está praticamente virando moda ser assim no trabalho”, considera ela. “As pessoas estão perdendo a vergonha.”

Pressões da conjuntura atual, como a alta no preço dos combustíveis, pioram os humores, lembra John Challenger, diretor da empresa de consultoria Challenger, Gray & Christmas. “As pessoas chegam ao trabalho após um longo caminho, sentados em meio ao trânsito vendo seu rendimento ir pelos ares. Eles estão prontos para brigar”, afirma ele.

Tipo A

Os piores tipos nas relações no trabalho são os profissionais acima da média, que têm desempenho superior, afirma Rachelle Canter, especialista em psicologia social e locais de trabalho.

“O perfil comum [do agressor] é o tipo A, muito, muito esperto e que traça metas impossíveis para ele e para os outros”, diz Rachel. “Esses tipos são tão confiantes –talvez confiantes demais– no sucesso e tão preocupados com a concorrência que perdem o senso de perspectiva, passando a hostilizar os outros.”

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u421562.shtml

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